Para não chorar, amor, imagino a tua mão vencendo a
superfície da sombra. Para não sofrer, amor, imagino o teu
corpo desejando. Para não desesperar, amor, imagino
bruscamente uma lágrima ruindo no meu rumor, adormecido
por entre o teu desejo. Para não morrer, amor, imagino o teu
corpo em excesso, excedendo-se à minha sede. Amor, para não
viver novamente, imagino demoradamente que não existo e
que tu apenas me cuidas – sonho – para durar amor.
F-Se! #ILoveSocrates quiças quiças quiças ...
