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Friday, July 1, 2011

F-Se! Portugal, 144 Anos de Vida Livre. 1 de Julho de 1867, O Dia da Abolição da Pena De Morte em Portugal.

FDC 1967  AF 1017/19 1º Centenário da Abolição da Pena de Morte

Em Plena Ditadura, Portugal celebrou o Impensável:  os 100 anos da Abolição da Pena de Morte. 44 anos volvidos, Y, nem uma notícia na Impressa Nacional & Media a assinalar um dos marcos mais singulares da História da Humanidade. A Prevalência do Direito de um Estado decidir sobre a Morte & Vida dos seus Cidadãos é a Maior Arma para a Repressão Y Abuso de Poder. A República Islâmica do Irão é paradigma vivo dessa sobranceria a que um Estado se outorga para intimidar y silenciar os seu povo. 
Portugal, há 144 abriu uma nova dimensão na vivência da vida humana; 144 anos depois marca com Silêncio & Indiferença esta dádiva da vida Cívica, estruturante de toda uma vivência humana: connosco próprios Y com os outros. 


F-Se! A Média de Execuções no Irão Cifra-se: 1 Pessoa a Cada 8 Horas. O que seria viver no Irão, O que seria ter uma vida assim, em que a cada 8 horas um nosso igual era executado? Pensem nisso Y Acção. A Vida tem de ser consignada Direito Humano inalienável.     

Friday, June 17, 2011

SAIBA QUEM SÃO OS MINISTROS DE PASSOS COELHO - Em Dia Maior De Portugal Em Futuros Y Séculos de Condição Humana.

SAIBA QUEM SÃO OS MINISTROS DE PASSOS COELHO - Portugal - DN


Clique nos nomes e fique a saber mais sobre o novo Executivo PSD/CDS-PP
Copy-Paste ao DN.

F-se! Em Dia De Aniversário do Maior Poeta Do Mundo, Y, de Sempre, temos de perder 5 minutos a olhar para o CV deste Gang de Coveiros de Portugal. A Colheita de Portugueses Y Reciclagem de Portugal, na mira deste executivo de Ministérios com distribuição à Escola de Samba em decadência, é um pronúncio de mau agoiro em Dia Maior desta Nação. Saudemos O Poeta, é dele que a Memória tratará de assegurar na eternidade da Língua Portuguesa.


F-Se! Esta gavela de Ministros não vale 1 vírgula de um Verso de António Franco Alexandre.  

Monday, June 6, 2011

F-Se! A Derrota de Sócrates. Numa Noite Em Que A Direita Vence, A Glória Y a Honra Vão Inteiras Para José Sócrates.




O Sócrates de Platão bebeu a Cicuta. O Sócrates de Portugal deu a beber a Cicuta. A Dignidade de um Homem tem o poder da cicuta, ontem Sócrates serviu-a generosamente.
Sócrates É HISTÓRIA, como será Histórica a Cegueira, a Ingratidão, o Logro que o acicataram, com uma ligeireza diária Y impune, Y com ele, o Povo Português ; Y pior, consagrada em Sufrágio pelo consentimento do Povo Português que se arrisca a Pagar um preço bem elevado, dando o seu Voto de Confiança a uma Máquina de Ardis, agora pronta para a estocada final em direcção à Derrocada.  Hoje a pedra de toque foi inaugurada por Paula Teixeira da Cruz, afinal a Crise - a que vivemos em Portugal, está enquadrada Y é fruto da Pior Crise vivida nos últimos 100 anos. As Legendas a Sócrates sempre o foram: O Sócrates Mentiu!! O Sócrates é Mentiroso! Y o Coro: Mentiroso, Mentiroso, Mentiroso. Sócrates é HISTÓRIA, um Homem Leal ao seu País, um Autêntico Homem Digno, isso não podem desmentir, intrujar, macaquear; deviam, se puderem, tentar igualar ... mas quem está habituado ao jogo sujo: a Autenticidade Y Dignidade são dois monstros com os quais terão muitas Lutas; Y nós já sabemos a capacidade que têm em olhá-los de frente. 


F-Se! #ILoveSocrates - Sim. Também eu me distraí Y descobri este Homem Digno tarde demais. Mas A Sua Grandiosidade Foi tão Extrema no dia 23 de Março de 2011 que me foi impossível não ver a sua Dimensão incomparável, neste mundo pequeno, pequenino, de [gente] política baixa, muito baixa.  

Thursday, May 5, 2011

F-Se! Para Memória Futura Y Leitura Presente Y Execução Permanente: Memorando Compromisso Portugal.



O Aventar prestou um louvável Serviço Público à blogosfera: traduziu para Português o Memorando do nosso compromisso para o Futuro Próximo. Sim é para Ler. Devemos. 


[Ganhe Coragem Y Consulte Aqui]


F-Se! Memorandum: Fatal. Mortífero.Implacável. Coragem Portugal Y Boa Sorte.

Thursday, April 21, 2011

F-Se! Este Povo Já É Bom Há Muito Tempo ... [Carta do Jornalista Português Hélder Fernandes ao Povo Finlandês]


Carta aberta ao Povo Finlandês.

Encontrei por bem contar aqui os pormenores de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, tão facilmente nos lembra a todos das travessuras partidas de que a História é capaz de pregar. E por muito incompreensível que possa parecer, as travessuras e partidas que a História àsvezes prega, surpreendem em especial aqueles com a memória mais curta.O local foi Lisboa, e o ano, 1940, mais concretamente o trigésimo nono dia após o final da primeirae heróica guerra combatida pelo perseverante povo Finlandês contra a tentativa estrangeira deapagar a vossa pequena nação do mapa dos países livres e independentes da Europa. A Guerra doInverno na qual a Finlândia contrariamente ao que todos julgavam poder ser possível derrotou o bolchevismo o imperialismo Russo, teve na altura um impacto muito maior do que o que julga hojea maior parte dos finlandeses.Os gritos de sofrimento e os horrores da primeira guerra Russo-Finlandesa e os terríveis sacrifíciosimpostos ao vosso pequeno país, comoveu e tocou o coração do povo Português no outro longínquocanto deste velho continente chamado Europa. Talvez fosse por causa de um sentimento deirmandade, ou mesmo de identificação com os sacrifícios para que uma outra nação pequena e periférica acabava de ser atirada...mas a ânsia de ajudar a Finlândia rapidamente emergiu entre osPortugueses, tão orgulhosos que são hoje quanto orgulhosos eram então dos valores daindependência e da nacionalidade. A nação europeia com as fronteiras mais estáveis e com a pazmais duradoura de todas, não podia permitir-se, e não permitiu, permanecer no conforto da passividade de nada fazer relativamente ao destino para o qual a Finlândia tinha sido atirada,confrontada que esta estava com o perigo iminente de se tornar em apenas mais uma provínciaEstalinista. Portugal era na altura um país encruzilhado, submergido em pobreza e constrangido por umaditadura cruel e fascista. Os Portugueses eram nesses tempos quase todos invariavelmente pobres,analfabetos, oprimidos e infelizes, mas também trabalhadores, honestos
, orgulhosos, unidos echeios de compaixão, mobilizados em solidariedade para oferecerem o que de mais pequeninoconseguiram repescar para ajudarem o necessitado e desesperado povo Finlandês.Em cidades e vilas e aldeias de Portugal, agricultores, operários e estudantes, pais e mães, que aosmilhões talvez possuíssem não mais do que apenas 3 mudas de roupa, ofereceram os para si maismodestos e preciosos bens que, mal grado a penúria, conseguiram prescrever como dispensáveis:cobertores, casacos, sapatos e casacões, e para os mais felizardos sacos de trigo e quilos de arrozcultivados à mão nas lezírias e terras baixas dos rios portugueses. As ofertas foram recolhidas por escolas e igrejas do norte e do sul, e embarcadas para Helsínquia com a autorização prévia daAlemanha Nazi e Aliados. Num extraordinário gesto de gratidão, o Sr. George Winekelmann, que era o então representantediplomático da Finlândia em Lisboa e Madrid, publicou um apontamento na primeira página do prestigioso jornal “Diário de Noticias” para agradecer ao povo Português a ajuda e assistência prestadas à Finlândia no mais difícil de todos os inconsoláveis tempos.O bem-haja a Portugal foi publicado no vigésimo primeiro dia de Abril de 1940, há quaseexactamente 70 anos neste dia presente que corre, e descreve que “Na impossibilidade de responder directamente a cada um dos inumeráveis testemunhos de simpatia e de solidariedade que tive afelicidade de receber nestes últimos meses, e que constituíram imensa consolação e reconfortomoral e material para o meu país, que foi objecto de tão dolorosas provações, dirijo-me à NaçãoPortuguesa, para lhe apresentar os meus profundos e comovidos agradecimentos. Nunca o povo finlandês esquecerá a nobreza de tal atitude. Estou certo de que os laços entre.

Portugal e Finlândia se tornaram mais estreitos e que sobreviverão ao cataclismo do qual foi o meu país inocente vítima, contribuindo assim para atenuar as consequências de tão injustificadaagressão”.Em virtude de um outro esforço de ajuda à Finlândia organizado por estudantes Portugueses, o Sr.George Winekelmann mais uma vez voltou à primeira página do mesmo jornal para, numa notaescrita no dia 16 de Julho de 1940, expressar o seu imenso agradecimento: “O Sr. GeorgeWineckelmann, ministro da Finlândia, esteve ontem no Ministério da Educação Nacional (…) aagradecer o interesse que lhe mereceram as crianças do seu país por ocasião do conflito com aRússia (…) e o seu reconhecimento pela importante dádiva com que os estudantes portuguesessocorreram os pequeninos da Finlândia”.Por irónico que seja, o nacionalismo e as formas pelas quais alguns Europeus escolhem para oexpressar nos dias presentes, estão em completo contraste com o valor do conceito de Naçãoexpresso há 70 anos por um país bem mais velho, e por um povo bem menos rico e bem maisanalfabeto, quando confrontado com a luta pela sobrevivência de uma nação-irmã, que é bem maisrica, bem mais instruída e….bem mais jovem.Todos devemos ao passado a honra de não esquecer os feitos e triunfos daqueles que já não vivem.O conceito de verdadeiro nacionalismo não pode jamais ficar dissociado do dever de honrarmos o passado. Ao cabo de 870 anos de História, por vezes com feitos tremendos e ainda maioresdescobertas, um dos sucessos de Portugal como nação tem sido a capacidade de o seu povo unido ehomogéneo, olhar serenamente de mãos dadas para lá do horizonte da sua terra, sem nunca ter medodos desafios desconhecidos dos sete mares em frente, sem nunca fechar a ninguém as portashospitaleiras e da amizade, e sem nunca fugir dos contratempos que possam defrontar-se-lhe nasenda do seu destino.Por mais irónico que seja, algo não parece bater certo quando a condição a que chegou a economiade um Estado de uma pequena nação, por maneira curiosa se torna talvez decisiva nas escolhaseleitorais tomadas por um povo de uma outra e ainda mais pequena nação, no outro canto tãolongínquo da Europa. Por mais que merecida ou desejável que possa ser, a recusa de auxiliar eajudar uma nação dorida e testada pelos ventos de um cataclismo financeiro não é provavelmente o passo mais sábio de países unidos por espírito e orgulhosos de honrarem os verdadeiros intrínsecosvalores de solidariedade e mútua amizade, em especial quando atormentados por adversidade eventanias de crise.Por mais corrupta que a sua elite se comporte, por mais desgovernado que o seu país ande, e por mais caloteiro que o seu Estado seja, os homens e mulheres comuns de Portugal, filhos e filhas enetos e netas daqueles que viviam há 70 anos atrás, sentem-se e são os reféns e vítimas inocentes deuma Guerra financeira que viram ser-lhes declarada contra os seus bolsos e carteiras, e que ameaçaas suas honestas e modestas poupanças.Mas não obstante confrontados nos agora tempos de hoje, em aparente insolvência e nas maissozinhas de todas as suas horas, com o desespero e adversidade, eu estou confiante e seguro de queos Portugueses de hoje, mães e pais, agricultores, trabalhadores, padres e estudantes, e até mesmocrianças, de lés a lés naquele país se elevariam da consciência, a fim de mostrar os seus maissinceros e genuínos sentimentos de nacionalismo e humildade para ajudarem e confortaremFinlândia e o povo finlandês, se alguma outra vez cataclismo ou desastre batesse à porta daFinlândia e iluminasse a ideia obscura da extinção da heróica nação Finlandesa, tal como aconteceuhá sete décadas passadas.Todos nós podemos aprender com as pequenas e genuínas lições dos tempos que lá vão.


Hélder Fernandes
Correspondente da TSF


Via tvi24

F-Se! O Povo Finlandês Faz Silêncio Cerrado Sobre a Colaboração da Nokia Com o Regime Iraniano, Há Manifestantes que aguardam a execução ... Quem escreve também uma Carta ao Povo Finlandês: Dinheiro Sujo Não!


PS.: Obrigada! Hélder Fernandes, pela éstória!

Tuesday, April 5, 2011

F-Se! Sócrates Lost In Translation. & FMI, Sin Permiso.


F-Se! " Entre nós Y o FMI, há 10 milhões de portugueses que pagarão por isso.". Claro que A Direita Y os Banqueiros de Portugal não estão Interessados nos 10 milhões de Portugueses, mas nos seus cenários Financeiros de Especulação Y Saque, quanto mais fácil mais Fado Viciado.

Sugestão de Leitura Aos Banqueiros: 
Signos de vida inteligente en el FMI, por Dean Baker  
 .  



Wednesday, March 23, 2011

F-Se! A Democracia Está Nas Mãos dos Portugueses!



Assistimos hoje, ao que há 2 anos decidimos. Y, nós, os Portugueses, decidimos dividir - dividimos os partidos, de tal modo, que só uma forte determinação por erguer Portugal acima Y para além dos Interesses de cada um y das filiações partidárias iria superar a Prova. Hoje assistimos ao desenlace dessa Provação.
Não, não foi o PS que perdeu o Poder. Não, não foi o Sócrates que perdeu a legitimidade. Não, não foi o Povo Português que Perdeu. Foi Portugal! Foi a Democracia Portuguesa. Foi uma Oposição Medíocre, Fraca, Vazia, Cobarde! Canalha. Essencialmente assistimos a um desfilar de uma Oposição Canalha, num papel Canalha, com o seu perfil Canalha maximizado, amplificado. Assistimos ao Deboche Canalha de uma Oposição que se defraudou a si própria Y, com isso, penhorou a sua Credibilidade, a sua Seriedade, a sua Viabilidade! Nem para Oposição nos servem. 
Há algo de errado. Houve algo de muito errado ali, dizem. O PS tem de reflectir!, Acentuam o tom Y a esclamação, os cmentadores/opinadores. Não. O PS não tem de reflectir nesses mistérios porque nem há mistério, nem há enigma. Há dois anos, os Portugueses decidiram. Y Os portugueses decidiram DIVIDIR. Dividimos!, Y eis o Resultado. Tal como o Rei Salomão, face às mães que vão dividir o filho, vamos ter - agora - de decidir quem merece afinal Governar Portugal! Muitas Madrastas teve hoje Portugal. Vimos, ouvimos, assistimos. O Povo Sabe. 
Não. Não Foi o Sócrates que perdeu. Não. Não Foi o Governo o derrotado. Não. Não foi o Povo que foi Enganado. Vimos. Ouvimos. Assistimos. Y Decidiremos, agora, sem dúvidas quem merece honrar o nome de Portugal. 

F-Se! Como Madrastas de Salomão, muitos representantes eleitos pelo Povo Português, revelaram-nos a todos até onde conseguem ir no sujar de mãos Y o quantos lhes Importa Portugal. Surdos: Não nos Ouviram ! Mudos: nenhuma Solução, nem imaginada foi apresentada. Cegos: só tiveram como Horizonte o seu próprio umbigo. 

PS.: O Cúmulo do retrato Canalha, foi o exacto toque de ares de Estado - a priori garantido pela imaginação -  de Passos Coelho Y de Paulo Porta, em se apressaram a apresentar as suas comunicações ao País em Pré-Pedestal! Quem os elegeu para ares de tais Poses? Eles Próprios. Só eles Próprios! O Povo Não! 

Saturday, March 12, 2011

F-Se! De Civismo Anémico a Civismo Vitaminado! Não Nos dêem é o Xarope da Demagogia Envenenada, muito receitada pelo Jornalismo afecto à Direita.



Audio: Declarações de Augusto Santos Silva Sobre a Manifestação de 12 de Março - ou o Protesto da geração à Rasca.

F-Se! No Meu Post Pré-Manifestação, eu dava o meu Contributo "Falem com o Augusto Santos Silva". Reforço: tendo sido ele o "Porta-Voz" do Governo, assim o parece, é! Falem mesmo com o Augusto Santos Silva. Um Político que já deu Provas de ser capaz de mudança de realidades Amargas, cujo resultado - sem o ser ideal - pelo menos, foi o mais ajustado às circunstâncias. Y tinha sido tão fácil apresentar algo um pouco melhor. Aconteceu que Oposição Y Sindicatos apresentaram alternativas que tornariam a realidade ainda mais injusta y grosseira: por ignorância, desleixo, incompetência Y, acima de tudo, com isso só deixaram patente um enorme desrespeito pela vida alheia. A vida dia-a-dia, não a vida teórica do "se cá neva-se fazia-se cá sky".  O Augusto Santos Silva tem Vantagem: é um técnico pragmático.  

F-Se2! Aqui a Sugestão ao Augusto Santos Silva não é Demagogia Envenenada, a lá Jornalista de Direita a apregoar o Salvar da Pátria pela mudança de Governo - essa Derrocada Nacional. Em que, tal qual Arca de Noé, só se Salvariam um par de poucas coisas: o Apogeu da Indústria emergente da Caridade Y Privatização do Direito à Saúde. É, a sugestão do Mal-Amado Augusto Santos Silva é mesmo fruto de Saber Empírico.  


*****
Adenda
No seguimento de um comentário pertinente no Facebook., considerei importante deixar aqui o "Alerta": Não se distraiam com a mensagem do Augusto Santos Silva. A mensagem foi clara. Eu só faço o Desenho do Alerta.

Cavaco Como Um Khamenei
«Vou ter de discordar." Não se resolve nada ao mobilizar as pessoas contra as instituições?" Ah é? A história diz-nos exactamente o contrário.» Comentário no FaceBook à declaração de Augusto santos Silva. 

Eu penso que o Augusto santos silva também sabe isso Y também concorda com isso que tu estás a dizer Y que eu sou também uma das entusiastas. Acontece é que - penso - não deves ter percebido bem o "recado" ... isto do audio é rápido.
Esta mobilização contra as instituições, a existir, tem de partir de nós - o Povo - ou, por ex., como é o caso de Reza Pahlavi a apoiar incondicionalmente uma Desobediência Civil Pacífica no Irão, por parte do Povo iraniano. Y o Reza Pahlavi fá-lo aberta Y honestamente; instruí, inclusivamente, quanto as modos y como salvaguardar a integridade física Y vida etc ... Estás a ver?

Continuando a analogia com o Irão. É inaceitável que fosse o Khamenei a Instigar o seu povo ao desrespeito para com as Instituições (Aliás, no caso iraniano, nem é necessário. O Khamenei decide quando lhe apetece. Tem poder absoluto, desde a selecção de candidatos eleitorais à dissolução do PI) Y aqui está a questão. A pertinência y o grave y sério da questão, está exactamente aqui. Dado, o caso Português não contemplar estes poderes Presidenciais "divinos". Estás a ver agora o Grave da Questão? O desonesto y cobarde? É! Sim. Parece que temos um Presidente de cujo carácter se destacam os atributos: Manhoso Y Sonso. Nada a ver com a genialidade de um Reza Pahlavi que, bravamente, instruí, do Exílio,  o Povo a que pertence nos caminhos da Desobediência Civil.
É! Tal como se fosse um Khamenei sem Poder de dissolução da AR, ao sabor do capricho Y apetite, assim o Sr. Cavaco deu o ar da sua graça - com toque de República Islâmica do Irão - com o seu Apelo {"mais ou menos implícito à mobilização das pessoas contra as instituições"}, dando, assim, o mote para que terceiros personificassem a lacuna que - como um Khamenei decepado - se sente Y como Presidente da República Portuguesa  espera que desta forma sinuosa y rasca lhe supram y facilitem-lhe a falta de encaixe ao limites dos poderes que a Constituição consigna ao cargo que ocupa! 


Tudo estaria certo, Y contigo concordaria, se não fosse o caso deste detalhe ser muito relevante! Y que o Augusto Santos Silva fez o Favor de - com simplicidade Y assertividade de Um Reza Pahlavi - deixar claro ao Sr. Presidente. Y a nós também.

Não postaria o Link; Y perseguiria o Augusto Santos Silva, se ele estivesse a enquadrar a "mobilização contra as Instituições" na interpretação que tu assinalaste. Mas ouve novamente, que o q ele diz é diferente.

F-Se! O Khamenei em Portugal É Mesmo o Senhor Cavaco. 


Friday, March 11, 2011

F-Se! Manifestação de 12 de Março em Portugal! Haja Alguém Que Me Convença! EU SUGIRO: FALEM COM O AUGUSTO SANTOS SILVA!

Eis o Homem Capaz de!: Augusto Santos Silva  


Venho de uma geração em que os colegas do sector de actividade a que pertenci andavam a Denunciar-se Uns aos Outros, sem pejo nem  vergonha na Cara. Uma atitude Rasca como o Nome que se colou à sua Geração - a Rasca -; pelo menos só o Desprezo Y Asco posso nutrir pelas memórias daqueles tempos Y de tais Colegas: os do Grupo de Filosofia do Sistema Público de Ensino de Filosofia. ( Atenção: sobre os outros não me pronuncio porque não estava envolvida). Mas este segmento, supostamente o mais dado à reflexão, encontrou na denuncia de colegas a sua forma de subsistência. Era a Vida. O sistema era incongruente Y lesivo. Só nos permitia - em mini-concurso - ficarmos afectos a um y somente a um Distrito. Assim todo y qualquer colega que não anulasse todas as suas inscrições y, apenas, ficasse afecto a um distrito corria o risco de ser Delatado, como um criminoso, por esses seus parares. Foram tempos de abjecção. De Observação impotente da miserabilidade a que um ser humano - com formação em FILOSOFIA - é capaz de consubstanciar na dinâmica social democrática, de segurança Y Paz Y suposto Diálogo. Onde  diálogo era via Possível, onde era possível chamar à atenção de um Ministério da Educação sobre o grotesco inerente à selecção dos Futuros contratados do Sistema de Ensino. Os sindicatos - todos eles - eram silenciosos: sem propostas, sem apoio, sem integração deste problema nas suas agendas. Se esta era uma prioridade para uma geração, era um problema emergente Y em escalada de bola de Neve a devastar muitos sonhos, vidas, carreiras profissionais, projectos de dia-a-dia do clássico "Pão sobre a mesa". Esta circunstância não entrava nas Agendas de ninguém. Nem dos Professores Universitários - Os Altos Pensantes y Filósofos do País, que, tal como os seus discípulos delatores, bufos y denunciadores estavam preocupados com os despedimentos entre eles Y o brio y estatuto da sua alta Disciplina Pensante - a Filosofia. Era Importante manter aquele número certo de alunos a Profissionalizar - da Ração! - da Ração sem Razão - que os iria também, a eles, alimentar de "Queijo sobre a mesa"! Aquele ar enfatuado (na falta de um original próprio), clássico y capricho de lembrar sempre Y prontamente que faca y queijo é coisa deles. Nem uma fresta para um sentar na mesa Y um «vamos ver como podemos repartir o "Pão"». É! O Vinho não é para celebrar entre desiguais. 
Quem trouxe "o Vinho à mesa", a esta mesa, foi o Augusto Santos silva, então Ministro da Educação. Com a introdução da possibilidade dos Professores acederam ao Fundo de Desemprego - de uma forma Justa Y consentânea com a realidade-circunstância da carreira Docente, nos estatutos de então! Foi chocante (Y RECONFORTANTE, no resultado) deparar-me com uma Proposta vinda do Governo ser a mais ajustada à realidade do que as vergonhosas, desfasadas, alieníngenas, aleatórias Propostas das Oposições Y Sindicados. Um Sempre Obrigada - Muito Grato - ao Augusto Santos Silva, pois foram tempos de ASCO  Y de desolação, a todos os níveis. Talvez, o mesmo que estes jovens de Hoje - os da Geração à Rasca Sentem! Com a diferença que passo, de certa forma, a Valorizar como corte Abismal com a tal Geração Mesmo Rasca que esses meus Colegas de Filosofia são o Rasco Rosto Exemplar!, Y, ainda que sem conhecimento no terreno: parece que esta Geração não se anda a Delatar, a Denunciar, a Bufar a si Própria, mas a procurar o Diálogo - espero que seja o diálogo numa democracia a Prevalecer! Se não sabem a quem se dirigir? Falem com o Augusto Santos Silva! É o meu contributo para esta Manifestação.

F-Se! É! A Geração Rasca que eu Conheci foi mesmo RASCA! Eu nunca lhe calcorreei os passos Y muito menos a Voz Y sim! Orgulhosamente uma só má discípula da Filosofia. 

Tuesday, March 8, 2011

F-Se! A Mentalidade Animal De Miguel Sousa Tavares A Promover Um Portugal a Ração Animal! Não! Portugal Não é Animal! Portugal Aboliu a Pena de Morte Há 143 Anos! Não Implementou o Extermínio Sofisticado (Sem Sangue) de Humanos a Câmaras de Gás. Os Contribuintes Alemães Que Pensem Bem Onde Está A Dimensão Animal Portuguesa! Essa É a Chamada de Atenção De Portugal!


Transcrevo, uma vez mais, um comentário que deixei num Post no Facebook ... Visionando o Vídeo, nem me disponho a uma revisão de texto. Limito-me a fazer justiça ao dicionário. 

*****


É por mentalidades ANIMAIS como esta de curveniência GROTESCA ... que apresenta - DESAVERGONHADAMENTE - o argumento da abjecta sofisticação Nórdica (Alemã Y afins) puras mitologias nos imaginários mundiais, y, que não passam de uma engenhosa/manhosa Manobra de Marketing para o embasbacamento fácil ... como razão de Afundamento do País! Caso - imaginem - se não nos ajustarmos ao tal padrão expectante de sofisticação de encomenda Y de pacote.*

É contra estas Mentalidades ANIMAIS, que assumem por completo o Papel de ANIMAIS, no seu complexo Animal. Pois, de facto, o Povo Alemão Y Nórdico, quando pensa num Português Categoriza-o no Plano ANIMAL ( Y Não de IGUAL!) que este MSTavares ANIMAL aceita ser ... NÓS - Gente de AGORA! NÃO! Não vamos Vestir a Fatiota de ANIMAIS ... Para que Os ALEMÃES - os contribuintes Alemães - nos emprestem DINHEIRO como se se tratasse de RAÇÃO ANIMAL!


O JEL tem Razão ---- a Rua É CENÁRIO! O PAPEL DO País ANIMAL - a ser tratado a RAÇÃO ANIMAL Alemã tem de ser eliminado como Mitologia no Imaginário: Alemão, Nórdico, Mundial, Y Na cabeça ANIMAL desta Geração que Fede a Curveniência!

Estas MENTES ANIMAIS não Fazem HONRA às NOSSAS LEIS! Fomos os PRIMEIROS NO MUNDO A ABOLIR A PENA DE MORTE Y A PRISÃO PERPÉTUA! NÃO SOMOS ASSASSINOS DE FORNOS DE GAS! NÃO TEMOS UMA HERANÇA DE MORTE SELECTIVA DE RAÇÃO ANIMAL! Sim! COMERCIALIZAMOS GENTE PRETA! POVOAMOS O MUNDO DE PRETOS Y FIZEMOS DINHEIRO Y FORTUNA - MAS NÃO MATÁMOS!**
ESTA DEVE SER A NOSSA BANDEIRA TAMBÉM PARA O MUNDO!
PORTUGAL É VIDA! RESPEITEM-NOS!


F-Se! & PS.: Curveniência é 1 palavra que Inventei há uns 11/12 anos ... defini, no meu dicionário privado, como o Acto de nos curvarmos em vista a um Favor Futuro.
Vale.

Adenda: *Se o Kant escreveu a Metafísica dos Costumes (Uma Ética que só assenta y se ajusta a Santos). Portugal Aboliu a Pena de Morte (Uma Lei que se ajusta Y assenta a Humanos Y à sua Condição)! Fez disso o tal Princípio Categórico de Kant que todos nós temos o Dever de honrar y o Dever de Legar como Princípio Categórico à futura geração. (As conclusões a tirar ficam ao critério de cada um face à sua tomada de Posição de Adoptar: uma Postura Animal - à la Miguel Sousa Tavares, de ajuste aos Padrão alemão - Ou à Portuguesa -  de na falta de Imaginação face ao Presente Y ao Futuro, pois que Honre o Passado.)

** Matámos: no sentido de Extermínio.

PS.: O Miguel Sousa Tavares se  tivesse Lido Thomas Bernhard, Extinção, História de uma Derrocada, teria Vergonha de Editar os Textos-Livros que escreve Y maior vergonha teria de se apresentar desavergonhadamente como escritor. Só BURRO é que o reconhece como tal Y o elogia. (Sim. Se a não utilização desta palavra - BURRO - está interdita ao Professor na Sala de Aula, a partir dos 18 anos é exactamente essa a palavra que merecem os que se extasiam como leitores do Miguel Sousa Tavares. Justiça de Dicionário sempre. É! Y aqui ninguém trabalha para o Expresso! Somos Livres de chamar as coisas pelos Nomes.)   

Saturday, March 5, 2011

F-Se! Somos Todos Homens da Luta!! Y a Europa Precisa de Loucura!




A melhor desconstrução de sempre - Possível Y Imaginária - do Festival da Canção, a todos os níveis Y transversal a todas as hipocrisias Y Status Pã-Europeus. Vamos ser Odiados! Mas Gosto, muito Gosto Nisso! Iupi! Agora é que vão descodificar, melhor: começar a descodificar o nosso Lema " Não nos Governamos nem nos deixamos Governar!". 
Somos Assombrosos! Viva Portugal!  

F-Se! Assim Gosto! Assim Dá Gosto!  Vamos Lá Mandar a Europa Y Eurovisão Para a Cesta No Cimo do Mastro! 
F-Se! Portugal Pode!

Sunday, February 27, 2011

F-Se! "O Medo É Livre". Afinal, O Sócrates Não Passa de Um Enorme Fracasso Nas Negociações Com a Líbia.



 Esta Foto Marca Presença em Todos os Blogs dos Tugas que, em Bicos de pés, quiseram apontar o dedo ao Sócrates. Deixando assim expressa a sua demarcação humana do Déspota Alucinado, bem como assinalar a sua Originalidade. Nós Roubámos a Foto - F-Se! - para Ilustrar o Artigo do El País, o que melhor lhe serve de Legenda: à Própria Foto Y ao acto Tuga sedento de Apontar, uma vez mais, o dedo ao PM.

El tirano que compró a Occidente

Miguel Mora, El País 

En Italia nos respetan. En Estados Unidos nos respetan!", bramó el coronel, tocado con un turbante y blandiendo iracundo ora el Libro Verde, ora la funda de las gafas. "¡Dejad de aplaudir y escuchad lo que digo!". Su grito resonó en el vacío de las ruinas del palacio-cuartel bombardeado por Estados Unidos en 1986. Eran otros tiempos: Muamar el Gadafi era entonces el gran promotor del terrorismo internacional, un gobernante paria, el "perro loco" de Ronald Reagan. Hace solo dos años, el coronel llegó a la cumbre del G-20 como invitado especial a la reunión celebrada en L'Aquila (Italia), y los líderes del mundo occidental se rifaban un encuentro de cinco minutos con él. Ahora, las cosas han cambiado otra vez. En las ciudades de Libia es el Ejército de la Jamahiriya el que usa los helicópteros, tanques, misiles, granadas y cazas vendidos por las potencias occidentales para reprimir a sangre y fuego las protestas de los ciudadanos que exigen el final de un régimen que dura 41 años.
La Administración de Bush decidió condenar a Sadam Husein al tiempo que sacaba a Gadafi del ostracismo
Mientras la ONU y la UE balbuceaban sus condenas, Libia compraba el 2% de la firma militar italiana Finmeccanica
Angela Merkel se dice aterrada por un discurso de Gadafi. Pero su país tiene todo tipo de negocios con Libia El tirano debe poseer pocas cuentas en el extranjero: disponía de todo el país, que es un Estado sin instituciones
Mil muertos, decenas de millares de heridos... Nadie lo sabe a ciencia cierta. Quizá nadie lo sabrá hasta dentro de algunos años. Las milicias de Gadafi están borrando las pruebas del terror, y el tirano que escupía amenazas y disparates a la cámara es hoy un agente importante en la escena económica y financiera global. Un socio de peso para muchas empresas y países de Occidente. Su principal socio comercial es Italia, el segundo es Alemania. Y sobre todo, Libia es el octavo Estado mundial en reservas de petróleo, con 44.300 millones de barriles por extraer, y el decimoctavo en producción, con 1,65 millones de barriles diarios.
Gadafi tiene razón en sentirse respetado en Estados Unidos; y en Italia, pero también en Reino Unido, donde ha invertido en sectores como educación, prensa, fútbol o inmobiliario. O en España, que en 2007 firmó acuerdos para vender armas a Trípoli por valor de 1.500 millones de euros y confiaba en cerrar contratos comerciales por un monto de 12.300 millones, según revela un cable secreto del portal Wikileaks despachado por el embajador de Estados Unidos en Madrid.
Desde que, hace seis años, la Administración de George W. Bush decidió condenar al sanguinario Sadam Husein y sacar del ostracismo a Gadafi, olvidando sus numerosos delitos terroristas, el dictador libio ha utilizado su poder absoluto, sus fondos soberanos -el dinero líquido procedente de las ganancias del petróleo- y en menor medida sus empresas familiares para invertir en Occidente, reedificar su país con la ayuda de empresas extranjeras y ayudar a capitalizar muchas compañías importantes de Europa y Estados Unidos.
El ambiente de rapacería queda bien dibujado en este despacho diplomático de Trípoli hace un par de años. "El jefe del Consejo Libio de Viviendas e Infraestructuras, Mohamed Abujela al Mabruk, dijo al embajador el 15 de febrero que aproximadamente la mitad de la inversión prevista de 62.000 millones de dinares libios (47.000 millones de dólares) en proyectos de construcción para 2008 ha sido ya adjudicada, básicamente a compañías extranjeras. Añadió que esperaba que la inversión aumentara en unos 10.000 millones de dinares en los próximos años".
Y agregaba el cable: "Aunque China y Turquía han recibido la mayor parte de los contratos adjudicados hasta ahora, Mabruk subrayó que hay todavía mucho espacio para que las compañías de Estados Unidos compitan potencialmente en proyectos todavía más grandes que los adjudicados hasta la fecha".
El líder de la revolución libia empezó el siglo XXI en lo alto de las listas de apestados internacionales y de Estados terroristas, pero su metamorfosis ha sido meteórica: hace solo una semana era un ejemplo de inversor civilizado y empático. Lo dijo en público el verano pasado Cesare Geronzi, presidente de Generali y prohombre de las finanzas italianas: "No he conocido nunca socios mejores que los libios".
El baño de sangre ha cogido a la comunidad internacional con las manos en la caja. La crisis se está viviendo con creciente repulsa ciudadana en Washington y en la Unión Europea, que ultimaba ya su acuerdo comercial con Libia cuando Gadafi decidió resucitar su retórica genocida y su rostro de carnicero y contratista de mercenarios.
El lugar donde el estallido libio ha producido más temor e incertidumbre es Italia, quizá el país que más ostentosamente se ha comprometido con el régimen de Gadafi. En los dos últimos años, el primer ministro Silvio Berlusconi ha visitado ocho veces Libia, y el coronel ha plantado sus jaimas (tiendas nómadas) en Italia en cuatro ocasiones. La relación entre ambos ha sido en apariencia cálida, con la triste broma del bunga bunga(el rito erótico libio importado) como piedra de toque. El coronel ha puesto en el platillo de la balanza su tesoro personal-estatal acumulado en los últimos años con las ganancias del crudo, estimado en unos 50.000 millones de euros, y su compromiso para frenar la salida de inmigrantes. Il Cavaliere pudo cumplir así su promesa electoral (reducir la inmigración clandestina) y abrió de par en par las puertas de Italia a los fondos libios, ayudando a legitimarlos en los mercados internacionales y pilotando con mimo las inversiones más importantes.
Gracias al Tratado de Amistad, Asociación y Cooperación, firmado el 30 de agosto de 2008 en la hoy rebelde Bengasi, Italia pasó a ser uno de los caladeros financieros favoritos de Gadafi: tras dos años de amistad, el coronel es hoy el quinto inversor individual por volumen de negocio de la Bolsa de Milán.
Por ejemplo, Lafico, la empresa del coronel para inversiones en el extranjero, tiene el 7,5% del capital de la Juventus, el equipo de fútbol de la FIAT (de la que Libia posee algo menos del 2%). El fondo soberano Lybian Investment Authority (LIA) es dueño del 1% de ENI, el coloso energético italiano. Y Trípoli es el primer accionista de Unicredit, el mayor banco de Italia, con una cuota del 7,5%, valorada en unos 2.500 millones. En septiembre de 2010, el fondo Libian Investment Authority (LIA) compró un 2% de las acciones del banco, que se sumó al 4,9% que habían adquirido dos años antes LIA, el Banco Central de Libia y el Libyan Foreign Bank.
A través de esa escalada en uno de los gigantes de la banca europea (más de 10.200 sucursales en 22 países), Libia -es decir, el régimen de Gadafi- se hizo con el sillón principal de un consejo de administración donde el segundo accionista es Mediobanca, del que es consejera la hija mayor de Berlusconi, Marina. La compraventa produjo en septiembre pasado un seísmo en el sector financiero, incluida la dimisión del consejero delegado de Unicredit, Alessandro Profumo. La xenófoba Liga del Norte se quejó en público, pero de hecho aumentó su poder en el banco. Y para que no quedara nadie descontento, el LIA creó un fondo conjunto de 500 millones de dólares con Mediobanca, banco en teoría rival, para rescatar a compañías en apuros.
La operación catapultó a Gadafi al corazón de las instituciones financieras italianas y europeas: de los 316 votos que administran el Banco de Italia, Unicredit posee 50, tantos como el San Paolo. El Banco de Italia posee el 12,5% de los derechos del Banco Central Europeo.
La fuerza de la presencia de Gadafi en Europa -países de la UE importan casi el 90% del crudo libio- se pudo medir el pasado martes. Ese día sucedió un hecho raro en la historia del capitalismo. La Bolsa de Milán estuvo cerrada toda la mañana a causa de una nunca aclarada "avería técnica". El mercado de Piazza Affari paró por completo durante seis horas. Casi nadie entendía nada. El regulador pedía explicaciones, los brokersprotestaban. Poco después se supo la verdad. No había tal avería, sino solo miedo al derrumbe de Gadafi. El cierre se produjo por temor a que se hundieran los títulos de las empresas italianas con intereses en Libia y de las sociedades en las que ha invertido el líder libio. El miedo es libre.

El día anterior, lunes, empezaron a llegar noticias sangrientas desde Trípoli. En solo unas horas, los títulos de la crema industrial, energética y bancaria italiana (Finmeccanica, Impregilo, Mediobanca, Generali, Fiat, ENI...) perdieron en el parqué milanés porcentajes cercanos al 5%. Petróleo y sangre es una mezcla que huele mal. Apesta. Libia es el país africano con mayores reservas de petróleo; su crudo, según los expertos, se encuentra entre los de mayor calidad del mundo. Y también tiene gas. El martes, ENI anunciaba con una escueta nota oficial que había cerrado el gasoducto Greenstreeam que transporta a Italia desde Libia el 10% del total de gas natural que importa Roma. El personal de las plantas volvía a casa.
Aun no está claro si el cierre fue voluntad de ENI o de los opositores a Gadafi, en represalia por el silencio de Italia y del conjunto de Europa ante las matanzas de Gadafi. ¿Silencio? Tampoco tanto. El miércoles, mientras el Consejo de Seguridad de la ONU y la UE balbuceaban un comunicado de condena, y el ministro de Exteriores italiano, Franco Frattini, hacía acrobacias verbales para defender lo indefendible, en Roma se anunciaba que Libia acababa de comprar el 2% de las acciones del grupo estatal Finmeccanica, octavo vendedor de armas y equipos aeroespaciales del mundo.
Ironías de la vida: ese mismo día, Finmeccanica también ordenaba repatriar a sus trabajadores desplazados al país norteafricano. La noticia de la venta del 2% del gigante militar italiano no debió sentar demasiado bien en la Casa Blanca. Después de adquirir DRS en 2008, Finmeccanica es uno de los principales suministradores del Pentágono. Pero nadie se siente especialmente orgulloso estos días en el mundo político y financiero.
La pregunta que muchos se hacen es si podía esperarse otra cosa de un tirano exaltado, que en el pasado ordenó derribar dos aviones llenos de civiles y de bombardear un bar de copas en Berlín. Sergio Romano, exdiplomático e historiador italiano, autor de un libro sobre Libia y asesor del Gobierno de Roma en la relación con Trípoli, responde saliendo por la tangente. "Lo que ha pasado era imprevisible. No podemos entrar ahora en el juego del 'ya te lo dije'... Las revueltas en el Magreb han sido un movimiento espontáneo sin ideología, ha crecido mucho la masa crítica de jóvenes, la corrupción se ha unido a la chispa del suicidio de un tunecino y a la subida de los precios de los alimentos..."
"Lo triste es que estamos ante un problema ético sin solución", añade Romano. "Ningún Gobierno lo dirá, pero por desgracia es así. Todo lo que están diciendo ahora es retórica vacía. Giulio Andreotti lo explicó con mucha gracia una vez: 'Desgraciadamente, no podemos elegir a los vecinos de casa'. España lo sabe bien con Marruecos, y eso que el rey Mohamed es mejor que Gadafi. Si tienes un vecino, debes llevarte con él lo mejor posible".
La duda es si era necesario llevarse tan bien. En Reino Unido, muchos ciudadanos habrán sonreído esta semana al recordar que Libia es dueña del 3% de Pearson, el grupo editor de uno de los periódicos más prestigiosos del mundo, el Financial Times. El año pasado, LIA puso en la mesa 224 millones de libras: hoy es uno de los accionistas de referencia del grupo, un modelo en el sector de la educación.
La ola de estupor, forzada o real, se extiende por el planeta. El senador John Kerry ha pedido al presidente estadounidense, Barack Obama, que retire de inmediato a las petroleras del país y que se impongan sanciones a Libia. Y en Turquía la oposición pide cuentas al primer ministro Erdogan por haber adobado los millonarios contratos bilaterales recibiendo en Trípoli, hace un par de meses, el Premio Gadafi a los derechos humanos...
Tampoco Alemania se queda a la zaga: la canciller Angela Merkel dijo que el discurso de Gadafi fue "aterrador". Quizá le asuste menos saber que su país tiene todo tipo de negocios con Libia, que tocan al transporte, la construcción de infraestructuras turísticas y, por supuesto, el petróleo. Libia suministra algo más del 10% del crudo importado por Alemania: es su cuarto proveedor, después de la Rusia de Putin, Noruega y Reino Unido.
La gran arma de seducción empleada por Gadafi para conquistar al mismo mundo que una vez le condenó al ostracismo se llama LIA. Muchas de las inversiones en el extranjero que ha ordenado llevan la marca de este fondo soberano, creado en 2006 para reinvertir los beneficios generados por la extracción y venta del crudo.
Ideado como una forma de diversificar las inversiones, el LIA se considera en ambientes financieros más opaco y primitivo que otros de su género, y ha funcionado hasta ahora usando a bancos europeos y norteamericanos como intermediarios mientras aprende los secretos del negocio. Según afirma un cable de Wikileaks del 28 de enero de 2010, el responsable del fondo es (o al menos era entonces) Mohamed Layas, quien afirmó al embajador de EE UU que en aquel momento el LIA tenía "una liquidez de 32.000 millones de dólares". Layas añadió: "Varios bancos americanos manejan, cada uno, entre 300 y 500 millones de dólares de los fondos de LIA".
De acuerdo con una fuente española del sector, el LIA es menos sofisticado que otros de su especie con mayor experiencia, como los de Abu Dabi, que utilizan a muchos asesores y analistas para tomar cada decisión. También es bastante menos rico: en la actualidad, se estima que el Libyan Investment Authority tiene en caja unos 65.000 millones de euros líquidos. Poca cosa comparada con los 470.000 millones de euros de los fondos de Abu Dabi.
La misma fuente, un conocido gestor de fondos, cree que el LIA no pertenece a la fortuna personal de la familia Gadafi. "Son fondos institucionales, y con la crisis se han quedado en una especie de limbo, puesto que pertenecen al Estado, y en situaciones de incertidumbre sobre el futuro de ese Estado, los fondos quedan bloqueados. Así será hasta que aparezca una nueva estructura estatal, porque ahora están custodiados con las máximas garantías por bancos internacionales. Se puede decir que quedan a la espera del nuevo Estado libio".
Pero entonces, ¿con quién hemos cerrado los tratos? ¿Con Gadafi o con un improbable y virginal Estado libio? Según Sergio Romano, "no es relevante quién haya hecho la inversión, da lo mismo si la hizo el LIA o el Banco Central. Libia es un Estado patrimonial. El Estado libio es Gadafi. Gadafi es el capo y el dueño de todo. El gestor único. Seguramente será uno de los tiranos que menos cuentas secretas tenga en el extranjero: disponía de todo el país. Su renuncia a los cargos le ha dado paradójicamente la libertad de hacer lo que quiere. Libia es un país sin instituciones. Nosotros (habla por el Gobierno italiano) le pedimos que privatizara algunas cosas, y lo hizo, pero poniendo a la familia al frente de ellas".
Un asunto de familia, en definitiva. Hace dos años, según recordaba recientemente elFinancial Times, algunos de los operadores más potentes del sector financiero anglosajón viajaron a Libia para cortejar a los responsables del LIA. El Grupo Carlyle, el gigante estadounidense al que se considera inspirado por la ideología neocon, fue de los primeros en obtener recursos libios, en 2007. Un año después, Saif el Islam Gadafi, uno de los hijos del coronel, se reunió en una cena privada con Frank Carlucci, exsecretario de Defensa de Estados Unidos y expresidente de Carlyle. Antes que ellos, los protagonistas de la famosa foto de las Azores tendieron los primeros puentes con el nuevo Gadafiestadista ejemplar y no repararon en gastos ni en reuniones privadas. Los mismos líderes que decidieron invadir Irak y acabar con el régimen dictatorial de Sadam Husein buscaron petróleo y dólares frescos en el régimen dictatorial de Gadafi.
De los cuatro jinetes del Apocalipsis, Tony Blair fue quizá el más eficaz. Desde que se hizo la primera foto con Gadafi, en 2004, unas 150 compañías británicas han sentado sus reales en Libia. En marzo de 2004, la Comisión para la Verdad y la Reconciliación de Sierra Leona estableció que Libia y Liberia habían adiestrado y apoyado a los rebeldes del Frente Revolucionario Unido (FRU), la sangrienta guerrilla que entre 1991 y 2001 contribuyó a la muerte violenta de 50.000 personas. Libia fue condenada por la ONU a pagar compensaciones al Gobierno de Sierra Leona. Eso no impidió que, el 25 de marzo, Blair visitara Trípoli y se entrevistara con Gadafi. Era el segundo jefe del Gobierno británico que visitaba el territorio: el anterior fue Churchill. Coincidiendo con la visita, la angloholandesa Shell firmó un contrato con la petrolera estatal libia. Antes había llegado José María Aznar y después lo hicieron Gerard Schröder, Berlusconi, Sarkozy, Zapatero... Nada nuevo bajo el sol. Ha pasado siempre y volverá a pasar. Lo llamanrealpolitik.

F-Se! Gostamos do Sócrates? F-Se! Nem por isso!! O que não gostamos mesmo é de Tugas precipitados em Bicos de Pés a apontar o dedo, na sua sede tão cega quanto uma Tirania.