
O secretário-geral do PCP continua a criticar José Sócrates, mas não fecha a porta a eventuais entendimentos pós-eleitorais. No programa «Fórum TSF», em que respondeu a questões de ouvintes, Jerónimo de Sousa deixou as suas reservas.
«Era preciso o Partido Socialista romper com esse acordo, o que acho que é muito difícil, para que pudesse existir, e que bom que seria, um entendimento da necessidade de uma política diferente, de uma mudança de rumo que nos tem afundado», disse, falando na necessidade de revisão dos termos do acordo com a «troika» do FMI, Comissão Europeia e Banco Central Europeu.