Tuesday, June 1, 2010

Época balnear começa hoje


PROTEJA-SE A SI E A QUEM MAIS AMA!

Repórter TVI: a violência doméstica em «Não Desisto de Mim»

Os números são da Direcção Geral da Administração Interna: violência doméstica é o quarto crime mais registado em Portugal, tendo provocado a morte de 16 pessoas, só no ano passado.
Oitenta e cinco por cento das vítimas são mulheres, com uma idade média de 39 anos, essencialmente casadas ou a viver em união de facto. É uma realidade transversal a todas as faixas etárias, a todos os estratos sociais.
Esta semana, a TVI contou-lhe a história de uma mulher de 31 anos que teve a força necessária para fugir da própria casa, unicamente com a roupa que trazia no corpo.
É um testemunho de coragem. Mostra até onde vai a capacidade do ser humano para suportar a dor mas também a força que, a certa altura, o faz compreender que não pode continuar a viver num imenso sofrimento silenciado.
«Não Desisto de Mim» é uma grande reportagem da jornalista Conceição Queiroz, com imagem de Ricardo Ferreira e montagem de Miguel Freitas.
Para rever,
aqui, no tvi24.pt.

Maus tratos a professor «não provados»

O inquérito à Escola Básica de Fitares, para determinar eventual relação entre suicídio de um professor e maus tratos alegadamente causados por alunos, concluiu que «não há factos que justifiquem procedimentos disciplinares», mas faz recomendações ao estabelecimento de ensino, escreve a Lusa.
A 9 de Fevereiro deste ano, um professor da Escola Básica de Fitares suicidou-se, tendo deixado no seu computador pessoal um texto onde afirmava: «Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio».
Na sequência de várias notícias divulgadas em órgãos de comunicação social, que associavam o suicídio do professor a maus tratos praticados por alunos, a Direção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) instaurou um processo de inquérito, a 12 de Março, para apurar a eventual relação entre a morte do professor e alegados comportamentos agressivos de alunos.
Em comunicado, a DRELVT divulgou, esta segunda-feira, que o inquérito concluiu que «não há factos merecedores de censura jurídica disciplinar que justifiquem a instauração de procedimentos disciplinares», mas faz um conjunto de recomendações à escola.
O inquérito instaurado pela Inspeção Geral de Educação recomenda a revisão do regulamento interno da escola, «adequando-o à legislação em vigor, nomeadamente ao Estatuto dos Ensinos Básico e Secundário».
Segundo o comunicado da DRELVT, o inquérito recomenda uma «resposta legalmente adequada e célere às participações apresentadas por todos os elementos da comunidade educativa» e que seja garantido pelos órgãos da escola «um bom ambiente educativo».
O inquérito recomenda ainda à DRELVT «o acompanhamento à escola e à sua direcção, tendo em conta as marcas que os acontecimentos deixaram na instituição e o prolongado nível de conflitualidade entre alguns elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Fitares».