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Saturday, November 6, 2010

F-Se! Portugal Y O Seu Panorama das Literaturas & Letras. Ou: Ó! Que Lindo é o Copy-Past.

( Copy-Paste-Fotográfico de autor ainda não Identificado) 

Apenas umas breves notas, só para não dizer que deixei o Fenómeno passar ao lado.

Para se ser reconhecido com talento para a escrita há que arriscar. Ter a Lata de arriscar. Em Portugal isso é traduzido pela novíssima geração (mesmo que já contem com umas décadas a calcorrear o planeta) por simplesmente abrir uns quantos livros (há tantos no mundo) ao calhas (quem diz livros, diz frases de filmes, ou, porque não, uma qualquer frase de uma canção menos popularucha). Depois, sublinhar as frases sonantes y já aferidas - de preferência com um nome "arrevesado de terras estrangeiras" y depois misturar numa ou outra frase, que ainda que pobre, cumpre o propósito de destacar a sonante. Y assim se ganha um lastro literário - como uma peruca. Careca de ideias y de virilidade na língua, há que improvisar este moderno Viagra da literatura. Ó! Ó! Y Camões que deu uns passos nas mesmas lides - pensam! - cumprido o preceito, como a um destino. 

Y as salitas de espectáculos abarrotam destas novas figuronas Literárias - em destrezas da "Língua de Camões", com aquele método-Camões-próprio-revigorado -; y, como quem vai assistir a lutadoras na lama, assim, vão os espectadores ao engodo. Sim. Mas lama não vai faltar, isso é certo. Pensamos: competirão com quem? Como é norma o procedimento, não se denunciam. Apenas se corróiem pelo outro ter encontrado uma frase mais eclipsante que o próprio. Apenas isso. Ninguém deixa a Pose. Ó! A Pose literária do melhor uso de Peruca. 

F-se! Yep. Estes novos talentos são umas belas Perucas. Por enquanto, só estão a enfiar a peruca a eles próprios, a partir do momento em que deres 1 cêntimo pelo que têm a Lata de dizerem seu, sua produção mental, tu é que passarás a andar de Peruca. 

F-Se! Estas Perucas devia pagar Imposto, Y não subvencionadas. 


PS.:  É Past mesmo! Passado. Ideias passadas - já inauguradas no passado. :)

Friday, August 13, 2010

F-Se! Houvesse Mais Clones do António Pinto Ribeiro - mas exactos! Como ele! Não tautologias de nome de B.I. Y ...



(António Pinto Ribeiro - Ensaísta e programador cultural )
( In Público de 13/08/2010 )



"O dr. Pacheco Pereira decidiu fazer na revista Sábado um conjunto de comentários sobre a criação artística contemporânea em Portugal. O teor dos comentários indicava essa obsessão que o político tem por controlar tudo o que aparece no espaço público e revelava nos mesmos comentários que o seu mundo de referências culturais para a arte é um mundo decadente.

O dr. Pacheco Pereira, que é o político que mais espaço ocupa na comunicação social, tem um desejo incontido de querer arregimentar o país. O dr. Pacheco Pereira quer arregimentar a relação dos jornalistas com os políticos (lembramo-nos todos do triste episódio quando, enquanto líder da bancada do PSD, quis impor normas de acesso dos jornalistas aos deputados da AR), quer impor quais são os bons e os maus jornais, quer decidir quais as boas e as más notícias. No programa que tem na SIC, supostamente sobre comunicação social, é constrangedor ouvir o elevado número de lugarescomuns que profere sobre jornalismo, sem apresentar qualquer fundamentação teórica, quer dos cânones das ciências da comunicação, quer das teorias mais recentes sobre comunicação em espaço público.

Muito recentemente, o dr. Pacheco Pereira achou que também tinha algo a dizer sobre como arregimentar as artes em Portugal, em particular sobre todas as actividades artísticas que não conhece. E porquê? Porque se considera a si próprio um legislador de poéticas possíveis e autor de expressões que acha que são de um enorme contributo para a vida intelectual portuguesa, como esse exemplo de uma finura invulgar que é a palavra "culturalês", que ele criou para aplicar à linguagem utilizada por artistas. E vai daí, e do lugar da sua decadência cultural, tratar de opinar sobre o discurso das artes performativas em Portugal. Ao comentar como comentou um conjunto de grupos e de espectáculos o dr. Pacheco Pereira demonstrou o desconhecimento que manifesta em tudo o que diz respeito à cultura e à arte contemporâneas.


Pese embora não ver os espectáculos sobre cujos anúncios e o conteúdo se pronuncia, e pese embora, como o afirmou, ver filmes em casa, em DVD, do mesmo modo que alguém pode dizer que viu a Gioconda num calendário, o dr. Pacheco desta vez decidiu investir contra os artistas portugueses, porque não entende como estes possam ser subsidiados pelo Estado e pelos contribuintes, quando ele acha ridícula a linguagem por estes utilizada. O dr. Pacheco Pereira, que parece desconhecer que nos países da União Europeia, no Canadá e nos EUA a maioria das actividades produtivas são subsidiadas das mais diversas formas: da agricultura à investigação científica.

É um defensor dos mercados, desde que estes se comportem conforme ao seu mundo próprio, mas de facto nada sabe do mercado das artes, nem de subsídios como estratégias possíveis de criação na formação, nem de outras formas de investimento na criação de massa crítica. No seu mundo decadente os artistas e as personagens históricas nascem já como génios ou como personagens históricas, não experimentam, não falham, não erram, não persistem. A ignorância do dr. Pacheco Pereira é grande no que diz respeito às artes contemporâneas e à evolução que as suas múltiplas formas têm tomado desde as vanguardas da década de 1970. E por isso estranha que se conceba e realize um espectáculo para cinco pessoas. Há espectáculos para cinco, para um, para dez ou para centenas de espectadores e não é pela quantidade de público que se determina a sua qualidade, nem tão-pouco há uma relação directa entre custo e qualidade.

O dr. Pacheco Pereira deveria saber que a arte exige um pensamento sofisticado e que, a pronunciar-se sobre ela, deveria ter estudado, visto, investigado. Talvez, se tivesse lido alguns textos de Hal Foster, Didier-Huberman, Jacques Rancière, Giorgio Agamben, Penny Phelan, Susan Foster, Homi K. Bhabha, André Lepecki, ou mesmo alguns de autores mais antigos, como algumas páginas de Crítica da Faculdade de Julgar, de Kant, no que diz respeito à autonomia da arte ou Organon de Brecht no que diz respeito aos heróis demasiado humanos, não tivesse proferido tão soberbas opiniões. Afinal, toda avaliação do dr. Pacheco Pereira sobre os artistas que fazem arte contemporânea baseia-se em provas, em argumentação? Não, é apenas a sua opinião. Quero com isto dizer que todos os artistas portugueses são bons e o que fazem é excelente? Não. Há alguns muito pouco interessantes e há obras que muitas vezes nos levam a lamentar o tempo passado a contemplá-las.

Mas o contrário também é verdadeiro e bastante mais frequente: há artistas contemporâneos em Portugal a criar obras fantásticas, que alargam o mundo, que alargam a nossa percepção do mundo e nos transformam. E tal como na investigação em todos os ramos das ciências, na criação artística existem falhas, cometem-se erros e há tempo perdido, mas isso faz parte da natureza da produção contemporânea. Este tipo de artigos, como o do dr. Pacheco Pereira, não é inocente. Antes prepara e condiciona a opinião pública, que já muito facilmente considera como desperdício os subsídios concedidos aos artistas, apresentando-os como portadores de uma linguagem cifrada, inspirando-se e criando sobre coisas materiais do quotidiano e não bélicas, que é o que entusiasma o dr. Pacheco Pereira.

Mais uma vez, um pouco de estudo sobre a história da arte e ele perceberia que os quartos do hotel e o quotidiano de que falava o performer são matéria de trabalho artístico numa história que pode ser encontrada tanto em Bizâncio como nos infortúnios no cinema de Apiachtpong. Este tipo de artigos feitos a partir, de facto, de um lugar decadente, de um lugar sem esperança, são na sua falsa cautela com o erário público de uma enorme perversidade, pois servem de pretexto para retirar os subsídios aos artistas, porque supostamente o que estes produzem fica aquém dos mínimos.

Será que o dr. Pacheco Pereira já se questionou se o que ganha, tal como os seus colegas deputados, e que representa duas vezes e meia mais do salário de um artista português das artes performativas a recibos verdes, pode parecernos excessivo, dado que aquilo que vemos produzir por si e pela grande maioria dos seus colegas nos parece ser absolutamente irrisório? Ao que nos é dado ver de fora da AR através dos jornais e da TV, porque havemos de continuar a subsidiar os senhores deputados que produzem pouco, que têm uma linguagem pobre, maioritariamente desprovidos de qualquer criatividade política? Não, não estamos já a diabolizar os políticosdeputados. Seria de uma leviandade, pese embora que nos daria algum prazer imaginar legislatura, apenas como experiência, o orçamento da da República fosse trocado pelo do Teatro S. Carlos e vice-versa. Um dos problemas dos portugueses é o de muitas vezes não saberem comunicar.

Sim, os artistas portugueses deveriam saber escrever bom português como todos os cidadãos, mas não é isso que se espera deles: espera-se mais, espera-se que sejam capazes de transmitir a singularidade da sua obra, e para isso há especialistas que o fazem e bem mas... custa dinheiro. E portanto são eles que o fazem; mal sim, e às vezes com uma dose de ligeireza que não é correcta, mas que deriva da enorme instabilidade financeira em que vivem na maioria dos casos.

Mas imaginemos que o dr. Pacheco Pereira, nas suas aulas de história política, queria explicar o Lago dos Cisnes aos seus estudantes. Se tem recursos financeiros para isso contrata uma companhia de ballet para que os estudantes possam ver a obra a que se refere. Se não tem tais recursos, será ele próprio a interpretar o papel do Príncipe Sigfried e a ter de executar os vários entrechats, pirouettes, grands jetés à frente dos seus estudantes. Não me parece que a solução fosse mais feliz e mais convincente que a prosa do Miguel Bonneville sobre a sua performance [na foto] e que foi o alvo da grande crítica e indignação do historiador.  

Não vivera o dr. Pacheco Pereira no seu mundo decadente e politicamente autocentrado e deveria admitir a sua enorme ignorância em muitas matérias, e em arte em especial, e então talvez começar por estudar, ler e voltar a estudar e depois ver espectáculos, e cinema, e ouvir música numa sala de concertos, e gostar ou desgostar, entusiasmar-se ou angustiar-se, emocionar-se, se ainda for capaz, e admitir a estranheza ou exaltar-se com a beleza que pode emergir no mundo de hoje, e então pronunciar-se. De outro modo tudo não passará de uma visão decadente sobre o mundo, revelando uma obscenidade preconceituosa contra a produção artística contemporânea. "

F-Se! O APR É DE PUTA MADRE! 

Tuesday, March 17, 2009

F-se! Dizia ao Meu Amigo @rolando do Perú que nunca mais me chegava o dia de ter um Inimigo Inteligente!

Por Causa disto: "Mais retweeted ontem: @anascenso 40, @PauloQuerido 18, @Publico 13 (via @TwitPortugal)" enviado a cada Twitter que , na altura, estava Online


Este Indivíduo a ROXO ( ROXO RAIVA!!! ) Entrou pelo meu TweetDeck como um Papa Ameaçador de sentença espetada como o dedo da foto ao lado:

PauloQuerido@Dputamadre tudo o q fazemos online fica a marcar quem somos online. A sua campanha é a sua imagem de marca. Aprenda a viver com ela.4:54 AM Mar 15th from web ............

Dputamadre@PauloQuerido Andamos smpr a aprender. Mal seria se assim n o fosse. Era sinal de q o mundo tão versátil y genreroso não nos surpreendia5:00 AM Mar 15th from web

PauloQuerido@Dputamadre tenho a minha dose de putas, madres incluídas 5:01 AM Mar 15th from TweetDeck
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( Sem Ler o Twitte anterior continuo a escrever: )

Dputamadre@PauloQuerido Ngnm sabe o dia de amanhã y nada desta vida está dado a permanecer, nem a gente! Vá habituando-se à ideia. Assim vai custar - 5:02 AM Mar 15th from TweetDeck

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( Após ler o tal Twitt)
Dputamadre@PauloQuerido Pois, é pena n ter contacto com De Putas Madres! Percebia Bem a Diferença. Só o Posso Lamentar!5:03 AM Mar 15th from TweetDeck
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Dputamadre Parce que dói deixar de ser o mais RT!!! Olhem Isto: RT @PauloQuerido: @Dputamadre tenho a minha dose de putas, madres incluídas 5:05 AM Mar 15th from TweetDeck

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PauloQuerido@Dputamadre ninguém tem culpa de nascer estúpido, tudo bem. Lamento os que insistem em manter o estatuto. Passe mal. 5:07 AM Mar 15th from web
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Dputamadre@juanitogilsa Parce que há gente com cotovelos muito sensíveis! LOL5:08 AM Mar 15th from TweetDeck

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@PauloQuerido Segundo os empíritas é tábua rasa ! Parece que Ficou Tábua Rasa desde Ontem!! Qual é a Tragédia, Homem??5:10 AM Mar 15th from TweetDeck

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Bloqueada como?? Agora temos Fascismo No Twitter C Ditador ??? RT @juanitogilsa: @Dputamadre acho k vais ser bloqueada a onde??5:11 AM Mar 15th from TweetDeck

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F-se! RT @PauloQuerido: @Dputamadre ninguém tem culpa de nascer estúpido, tudo bem. Lamento os que insistem em manter o estatuto. Passe mal.5:11 AM Mar 15th from TweetDeck

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Dputamadre@PauloQuerido Passar mal?? O Homemznho minúsculo! N sabes mesmo nada dos males do Mundo. Vai ver documentários y Cura-te! Mal passa tu!5:14 AM Mar 15th from TweetDeck

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Adiante!! Avante!! Avante!! Estes seres que em pleno Séc. XXI, nesta Europa Ocidental Civilizada, neste Portugal em marés cheias de crise y em poses funâmbulas inventado o equilíbrio em arame farfado; quando o bâmbo y trôpego já adivinha o vizinho tombo; a visita do malhanço que vai ser a derrocada do estar-pinocas-y-catita à espera do dia de amanhã de papa garantida y bla-bla-y-tal. Dizia: Y existe um Infeliz ser que vocifera - que nem vergonha o assombra o seu dedilhar no teclado -, julgando o Ser que do outro lado escuro, que fica algures suspenso no nenhures está um ser de mão pedinte -y não dedilhante - Y burka enfiada por meio y no meio de outras burkas a implorar twittes ou Rt's como quem pede Pão y quer destaque y aparato y servil - muito servil! - implora servil trato. Esse ser que por Graçola a comunidade twitter lançou a onda de que seria o "guru" do Twitter ( Já nem sei de onde apareceu o Boato, como começou, quem o inventou ou originou ou sei lá se é boato ou real retrato) mas foi por graça y graçola que a coisa pegou y se alastrou como nuvem de poeira em terra árida y batida ao toque da rajada de vento. Y como veloz ventania, essa graça de esse ser Querido de apelido - não na corporização do sentido semântico no próprio ser twittante - instalou-se como poeira residual do linguajar Twitter, denominar o ser - (a criatura de @ atrás de nome simpático) - como o manda chuva, o chefe, o engenhocas y sei lá que mais fantasmagoria de predicado favorável que enevoava a atmosfera em torno do Twitt-personagem. Esse exacto ser que hoje - parece - também faz furor pelos ecrãs de TV y é ouvida por quem coloca a orelha de escuta à rádio a falar do Twitt pra qui y pra colá y pro quiriqui cocó. Isso: o ser, a criatura, a personagem, ganhou corpo y anda aí num virote como arauto da Boa-twitt-nova que é essa ferramenta etc. y afins y xpto da comunicação global ao quadrado local ( Eu cá só encontro tb vizinhos de prédio!! Tb diga-se de passagem ...) Era melhor que levantasse o Rabo da sua Cadeira y andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse, andasse pelas ruas da sua terra y se as ruas da sua terra não chegassem que fosse de visita a outras para apagar da sua porca, desusada, y débil mente essa BURK-IDEIA que a Mulhes-PORTUGUESAS-desta-Europa-Ocidental-Civilizada têm como veste a Burba y andam de Mão estendida. Com certeza nesse dia Twittará com mente Limpa y purgada da boçalidade que o infesta y assim: o destila. A ponto de dele só ser possível sentir o fedor y - por isso - causar Asco.


Infomação: Re-Twitt Meu: LINDA! @anascenso: @Dputamadre ! Mais retweeted ontem: @anascenso 35, @PauloQuerido 18, @Publico 18 como vës nåo pode estar correcto
Isto quer dizer que a moça à custa da minha brincadeira de a RT - por que ela odiava sombras y ecos - foi novamente a mais RT do Dia. Twittar tb é brincar!

Y tb Hoje às 00. ?? " @anascenso MORREU! about 9 hours ago from TweetDeck "
Morreu como Twiter. É uma morte sem sangue, nem cadáver. Fico eu como Coveira para a Enterrar com Palavras, como se estas fossem a terra estéril que não ressuscita mortos.


Conclusão.
Obviamente, aquele Ser aqui visado - de apelido de possível entoação cínica adjectivante, deve perceber muito bem que por aqui - a De Puta Madre (@Dputamadre) y a @anascenso nem USAM BURKA NEM ESTENDEM A MÃO! Agora vá para a rua y andar y ver y Reciclar a Bruteza cultivada, pois outra coisa não dá ares senão de filho que dá mau nome à mãe. Lastimável de ver y saber tal fenómeno em Adulto com certa Idade.

F-se! Dizia ao Meu Amigo @rolando do Perú Que Os Inteligentes Eram Meus Amigos. Obrigad@ ( já não Twittas para eu Fazer de sombra ou Eco - RT na gíria twitter - ... mas Arranja lá o raio de uma conta nova! Tá! Se não eu coloco um Post a dizer: Procura-se!

PS.1: Os últimos Twittes:
(CABRONA MESMO! Digo agora!) RT @anascenso: @Dputamadre Madrecita sigo para Shanghai, Hong Kong, Cantåo e Macau (unico sïtio da Åsia onde hå torresmos). Hasta la Vista!


RT @anascenso: "Um bicho igual a mim, simples e humano /Sabendo se mover e comover E a disfarçar com o meu próprio engano" Vinicius de Moraes



PS.2: Y Procura-se Mesmo. Disse que ia para china y calcorreava as ruas da Noruega y à noite ia fazer piscinas ... mas quem é que nada à noite? Só podia ser "ir tomar banho, não?" Um Dia faço um Post com os escritos da moça, que uma Tonta-espert do Twitte rotolou de pornografia-chamariz pró-RT ( disse-o, claro! que em pobre linguagem de pior que aprendiz) ... como isso fosse uma coisa mto batoteira. OK. Gosto de Espanholices a Expressão é mesmo Porra-Tonta-Espert do Twitter. Y Vou excluir essa pessoa das minhas leituras porque nunca tive aptência para Ler coisas sem nada, sem qualidade, sem tusa literária; isso a tusa das palavras, a erecção da palavras, a virilidade y intensidade y espessura y ritmo y cadência das palavras. Cá n tenho paciência par Twitters sem isso, sem Palavra-Tusa-Viril, a Palavra orgásmica. Fora com Twitter da Palavra Murcha, Seca, Desenganada, da palavra frouxa, tosca cheirando a fezes y urinol com muito sonazol y creolina à mistura, porque desinfecta y cura y esconde a merda, a muita merda que engole y se empanturra até se tranformar nela y não saber se é ele ou ela: a merda. Esse Twitter-sem-Tusa da palavra-murcha Dá ar higiénico, mas mata a Palavra-Tusa-Viril. Pois. Seja bem vindo quem venha por bem. Y a porta da rua - o Bolck - é Sempre Boa Serventia da casa, y istá à disposição.
PS.3: Os Twittes que dão o mote estão em Portiñol altamente Tosco mas ficam aqui:


@roleando Es aborrido. Pero estoy siempre conseguindo Inimigos Idiotas! Uma Frustración. Mi gustaria 1 inimigo Inteligente, pero esses son7:33 PM Mar 16th from TweetDeck in reply to roleando
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@roleando mis amigos ... Hablo sério ... ;)7:33 PM Mar 16th from TweetDeck in reply to roleando
Rolando é peruano, tem um Blog Excelente: O mundo Inconsciente.



PS.4:/ F-seII! O Doclisboa é em Outubro: vão ver documentários - sem o espiritismo da curiosidade mórbida sociológica , mas como iguais que se balanceiam nesta terra - y a humanidade assomara como qualquer coisa bem diferente daquilo a que estão habituados. Vale!A legenda à 1ª Foto: Rory Macbeth / The long march back to progress

Monday, October 27, 2008

F-se! A Propósito do Distância e Proximidade. Da Censura do Fórum Distância Proximidade. Y da Censura On-line.



Liberdade de Expressão?. Não!. É pura ilusão. Assistimos cada vez mais descaradamente à Liberdade de Oração.
Ou se dizem - direitinho - as lengalengas finas que há anos entopem os ouvidos de cada um y que são um rosário-sempre-fresco na boca de quem gosta que achem que parecem bem, que estão em conformidade com o benzinho. Ou, se se diz qualquer coisa que não se percebe bem o que é, y que não se entende bem o alcance - só porque não se está treinado: nem para ler nem para interpretar, (tal é adestração à curveniência; o medo, o terror, o pânico de deixar cair uma nódoa num bordado " ai! somos Y só temos que parecer os Bons") - é-se silenciado. Tal é o respeito pelo Outro. O nível de Respeito pelo Outro. O Grau e o Género da Autenticidade dos móbeis das demandas humanas. Curioso. Curioso. A Humanidade de secretária, à secretária.
Por incrível que pareça o meu post debaixo (A Humanidade É uma história de Pessoas insuportáveis, acima de tudo) desapareceu!! - inexplicavelmente - dos motores de busca do bloguer. Fantástico. Não é a primeira vez em que me deparo com o FENÓMENO de Post's que desaparecem Misteriosamente, sendo impossível encontrá-los, se não tivermos ficado como registo ou referência sobre o mesmo. Já tinha deparado com este Fenómeno inúmeras vezes. O denominador comum de todos eles era o incómodo que texto poderia causar a alguma coisa que se faz passar por coisa de bem. Sempre. É a primeira vez que isso me acontece, ao F-se!. Hoje aconteceu-me: 2X. A Primeira no Fórum Distância e Proximidade, o qual deve ter como avaliador/a de comentários alguém muito incapacitado ou então com excesso de imaginação ( Nota não assinamos DPM ou F-se! Logo, isso não é argumento).
Mas enfim. Fica aqui a advertência, a quem por aqui passa: cuidado ou dediquem-se a um novo passa-tempo. A net, a blogosfera y tudo o mais está a ser cautelosamente controlado. Façam a experiência, por vós próprios. Ver para crer como São Tomé. Y, depois. Só depois falem dos chineses...

F-se! Vá! tirem lá este post, a ver se me chateio ... Depois, a Censura é coisa de regime Chinês! Y depois a Conferência da Gulbenkian era sobre o Outro! Pois. Pois. Parece que nos querem entrevados. Amputados. Mudos. Y na Pobreza Mansa, para Amansar o bater de Pálpebras.
PS.: Como qualquer Pessoa da Humanidade tb tenho direito ao Insuportável. A ser isso que o Outro é a maior parte do tempo: Insuportável. Ah! Não percebem?

F-se! Distância e Proximidade. A Humanidade é uma história de pessoas insuportáveis, acima de tudo.

Temos que nos entreter com qualquer coisa. Quando o Outro, ao nosso lado, precisa de nós: lavamos as mãos como Pilatos y batemos em retirada. Quando o Outro está acima de nós colamo-nos como carraças y lambemo-lo por tudo. Quando o Outro está abaixo de nós calcamo-lo como à terra batida. Quando desconhecemos o Outro fazemos de conta que o sol é o mesmo, até as nuvens começarem a aparecer para nos dizer que a sombra é pequena para dois. Tudo o mais é conveniência y cheiro de pele. Y o pior dos cheiros é o cheiro do pobre. Mas os pobres são iguais, tão desagradáveis quanto podem ser os iguais. Tão venenosos quanto os rivais. Tão cruéis quanto o inimigo. Tão úteis quanto sapatos para atravessar um caminho com pedregulhos.
Nesta história, só o Amor nos pode confundir. Aí não importa que o outro seja eu y eu o outro, o rosto desfaz-se num nós.
A Humanidade é uma história de pessoas insuportáveis, acima de tudo.
F-se! Quando a Estética tem Prioridade, é a prioridade.
PS.: Este texto foi censurado pelo Forum Gulbenkian. Mas aprovaram este disparate que escrevi sob o nome de Alexandre Duarte /O Outro é sempre uma alma do outro mundo.
Nos que somos vivos precisamos dos outros, esses mortos? Sim. Todos gostamos de ter coisas guardadas no armário./. O que dizer ?

Wednesday, October 15, 2008

F-se! QUASI: Mas que Bruteza, que Broncos, que Ignorantes. Vandalismo Grosseiro.



Esta Editora - Quasi - não está só, como que, a censurar uma imagem. Está a VANDALIZAR de Forma Grosseira o trabalho de Laurie Lipton.

Se Laurie Lipton Autorizou esta Infeliz utilização do seu trabalho ou não o respeita ou está muito precisada de dinheiro ou ainda não percebeu que tem direitos ...

y quem gosta do seu trabalho, gosta que este seja Sujeito de outro tratamento. Complexo? Pois. Pois.

Tristeza ver o nome de Pedro Tamen y Adolfo Luxuria Canibal ( gente a quem muito agradecemos o trabalho) a servirem de Mancha-Nódoa ao trabalho da Lipton.

Que Editor mais tolo-bronco tem a Quasi! Y um designer-gráfico definitivamente (!) executor menor no seu ofício.

F-se! Que venha já dai o comunismo financeiro, para ver mais outros valores a ordenarem por aí, que estes - os do mercado - dão náuseas.

Sunday, October 12, 2008

F-se! Zé Carlos ...

Ó riso que te fazes desencontro,
quantos do riso estão perdidos?,
que riso empatam y penhoram y aplicam
em tempo mal esgalhado y passado y entretido
à espera da hora daqueles Zés Carlos
guardarem na garganta a piadola.
.
F-se! Zé Carlos! Granda Enxurrada de água metida y sem saída.