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Friday, July 1, 2011
Lá fora - 116 : Em Haroué
Da Normandia para a Lorena, mais precisamente para Haroué, a bela residência ancestral dos Príncipes de Beauvau-Craon onde se desenrola habitualmente uma interessante programação cultural. Desta vez, são os preciosos serviços de jantar de porcelana, os lustres Baccarat e outros requintados elementos decorativos que estão em evidência na exposição La Table dans tous ses éclats.
La Table dans tous ses éclats, até 30 de Agosto, no Château de Haroué, Lorena.
Thursday, June 2, 2011
Lá fora - 114 : Miró escultor
Mais uma exposição parisiense, a benefício de quem possa visitar a Cidade-Luz por estes dias :). Esta está patente no Museu Maillol e pretende recordar que Miró não foi só um grande pintor, mas também um grande escultor do século passado.
São uma centena de esculturas e duas dezenas de cerâmicas, bem como algumas obras em papel, provenientes na sua maioria da Fondation Maeght.
Miró sculpteur, até 31 de Julho, no Musée Maillol http://www.museemaillol.com/
Wednesday, June 1, 2011
Monday, May 30, 2011
Lá fora - 113 : Severini em Paris
Mais uma exposição parisiense, patente na Orangerie, que é a maior retrospectiva do franco-italiano Gino Severini (1883-1966) desde 1967: 70 obras, provenientes de colecções privadas e de museus europeus e norte-americanos ( Col.Peggy Guggenheim, Veneza, Col.Estorick, Londres, MOMA, Nova Iorque e Thyssen de Madrid ), que documentam o percurso de Severini do Divisionismo quando chegou a Paris em 1906 e era vizinho de atelier de Raoul Dufy, ao Futurismo a partir de 1910, passando depois ao Cubismo, regressando à figuração entre-guerras e terminando como pintor da Abstracção.
Aqui ficam três obras que estão expostas em Paris:
Gino Severini, Futuriste et Néoclassique, no Musée de l' Orangerie, até 25 de Julho de 2011.
Aqui ficam três obras que estão expostas em Paris:
Gino Severini, Futuriste et Néoclassique, no Musée de l' Orangerie, até 25 de Julho de 2011.
Thursday, May 19, 2011
Lá fora - 112 : Runge em Munique
Philipp Otto Runge, O pequeno Perthes, 1805, óleo sobre tela, 143,5x95cm, Klassik Stiftung Museen, Weimar.
Philipp Otto Runge, As crianças Hülsenbeck, 1805-06, óleo sobre tela, 151,5x143,5cm, Hamburger Kunsthalle.
Foi inaugurada na passada sexta-feira na galeria da Hypo-Kulturstiftung em Munique, uma importante retrospectiva da obra de Philipp Otto Runge ( 1777-1810 ), um dos mais importantes pintores do Romantismo alemão, grande teórico da cor e precocemente falecido. São cerca de 300 obras ( 25 telas, mais de 200 desenhos e mais de meia centena de trabalhos em papel ) que viajaram sobretudo de Hamburgo, já que a maior parte da obra de Runge está permanentemente na Hamburger Kunsthalle. A exposição faz parte ainda da celebração do segundo centenário da morte de Runge.
Kosmos Runge, na Kunsthalle der Hypo-Kulturstiftung, Munique, de 13 de Maio a 4 de Setembro de 2011.
Philipp Otto Runge, As crianças Hülsenbeck, 1805-06, óleo sobre tela, 151,5x143,5cm, Hamburger Kunsthalle.
Foi inaugurada na passada sexta-feira na galeria da Hypo-Kulturstiftung em Munique, uma importante retrospectiva da obra de Philipp Otto Runge ( 1777-1810 ), um dos mais importantes pintores do Romantismo alemão, grande teórico da cor e precocemente falecido. São cerca de 300 obras ( 25 telas, mais de 200 desenhos e mais de meia centena de trabalhos em papel ) que viajaram sobretudo de Hamburgo, já que a maior parte da obra de Runge está permanentemente na Hamburger Kunsthalle. A exposição faz parte ainda da celebração do segundo centenário da morte de Runge.
Kosmos Runge, na Kunsthalle der Hypo-Kulturstiftung, Munique, de 13 de Maio a 4 de Setembro de 2011.
Wednesday, May 11, 2011
Lá fora - 110 : Paisagens da Bretanha
Eugène Boudin ( 1824-1898 ), Port de Camaret, 1872, óleo sobre tela, 55,5x89,5cm, Musée des Beaux-Arts d' Angers ( depósito do Musée d'Orsay ).
Uma exposição muito recomendada em tudo o que é sítio de viagens e exposições, e que lembra o fascínio que a Bretanha exerceu sobre os grandes paisagistas do séc.XIX a partir de 1830. Além de Turner e Monet, também Harrison, Isabey, Corot, Hue, Jongkind ou Daubigny andaram pela Bretanha a pintar os seus belos portos, costas e praias.
São 80 telas, 50 desenhos, várias estampas e livros ilustrados, provenientes de 40 colecções públicas e privadas da Europa ( França, R.Unido, Alemanha, Suiça e Países Baixos ) e dos EUA, que podem ser vistas no museu de Quimper.
De Turner à Monet, la découverte de la Bretagne par les paysagistes au XIXe siècle, até 31 de Agosto, Musée des Beaux-Arts de Quimper.
Sunday, May 8, 2011
Lá fora - 109 : Chardin em Madrid
- La Bénédicité, 1740, óleo sobre tela, Museu do Louvre.
Porque não "fugir" de Barcelona e ir até Madrid ver esta Chardin 1699-1779, a primeira exposição antológica realizada em Espanha sobre o grande Jean Siméon Chardin? São 57 as telas que estão no Museu do Prado, provenientes do Louvre ( 11 ), de museus americanos e até umas pouco conhecidas integradas em colecções particulares, e mostram além das fantásticas naturezas-mortas também o seu talento como pintor da infância e da juventude. A exposição corresponde mais ao menos à que antes esteve em Ferrara, Itália.
Friday, May 6, 2011
Lá fora - 108 : Gossaert
- Adão e Eva ( emprestado por S.M. a Rainha Isabel II )
- A Adoração dos Magos ( col. National Gallery )
- Retrato de um jovem
De Bruxelas para Londres, a pensar no nosso Filipe V.Nicolau: está patente na National Gallery, até 30 de Maio, Jan Gossaert's Renaissance, a maior exposição dedicada ao pintor neerlandês nos últimos 40 anos.
- Um casal idoso
ONDE ME APETECIA ESTAR- 50
Um destino muito próximo, para ver uma exposição: gostaria de estar por estes dias em Bruxelas, que são os últimos da exposição Maîtres vénitiens et flamands- Bellini, Tiziano, Canaletto, Van Eyck, Bouts, Jordaens.
Está patente no Palais des Beaux-Arts, até domingo, esta mostra que junta grandes nomes da pintura veneziana e da pintura flamenga.
As telas italianas, 50, provêm das colecções da Accademia de Carrara ( Bergamo ) que está fechada para obras e pôs a circular pela Europa alguns dos seus tesouros ( a Lisboa nada chegará, uma vez mais ), e as flamengas são do riquíssimo Museu de Belas Artes de Antuérpia.
Está patente no Palais des Beaux-Arts, até domingo, esta mostra que junta grandes nomes da pintura veneziana e da pintura flamenga.
As telas italianas, 50, provêm das colecções da Accademia de Carrara ( Bergamo ) que está fechada para obras e pôs a circular pela Europa alguns dos seus tesouros ( a Lisboa nada chegará, uma vez mais ), e as flamengas são do riquíssimo Museu de Belas Artes de Antuérpia.
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