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Saturday, June 25, 2011

Sites do governo do Brasil sofrem novamente ataque de hackers

Pelo 3º dia seguido, piratas virtuais invadem portais governamentais. As últimas vítimas foram o IBGE e o Ministério da Cultura. Dois grupos assumiram a autoria dos ataques.

 
Site do IBGE é atacado por hackers

A onda de ataques de hackers a sites do governo atingiu nesta madrugada a página do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O gabinete de Segurança Institucional da presidência da República e a PF investigam os ataques.


Hackers invadem site do IBGE e tentam atacar site do Ministério da Cultura

o gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e a Polícia Federal estão investigando os ataques. O IBGE assegura que todos os bancos de dados com as pesquisas feitas pelo Instituto não foi atingido.

Saturday, June 18, 2011

Falha de segurança pode expor os seus dados no Facebook

O perigo é real. Todos os seus dados colocados no Facebook podem ir parar a mãos indesejadas. E é muito fácil que isso aconteça, bastando que aceda à Internet em redes não protegidas.

Neste período de férias será natural que muita gente fora da sua residência tente encontrar os chamados hotspots públicos, em cafés, restaurantes e praças. O problema é que muitos deles não são seguros, pelo que se utilizarmos essa ligação para visitar o perfil de Facebook basta que alguém mal intencionado entre nessa rede ao mesmo para ter acesso a todos os dados e até utilizar a página para passar mensagens erradas.

«Isso é possível através de uma aplicação disponível para dispositivos Android, que permite controlar sessões alheias, tanto no Facebook, como no twitter ou outros programas. Se, por exemplo, o utilizador for administrador de páginas ou grupos no Facebook, essa pessoa pode também passar a controlá-los», explica ao tvi24.pt Nuno Mendes, director-geral da Whitehat Portugal.

Mas há formas simples de evitar esses problemas. «Basta entrar no Facebook por https (ligação segura), o que poderá ser feito de forma automática nas definições se segurança ou sempre que acede à página», frisa, alertando para o facto de muita gente ainda não privilegiar esse tipo de ligações.

Esta é uma situação que já tinha merecido o alerta por parte de um grupo de investigadores, que no ano passado criaram uma extensão para o Firefox, que permitia este tipo de acesso. A Firesheep foi muito criticada, mas a intenção era levar as grandes empresas tecnológicas a desenvolver novas ferramentas de segurança.

Agora, nem é preciso ser um hacker experimentado para instalar a aplicação FaceNiff em qualquer dispositivo Android e começar a aceder a dados de outras pessoas. Ainda para mais, este tipo de pirataria «é totalmente transparente», porque é impossível de detectar.

Friday, June 17, 2011

Google lança nova ferramenta para ajudar a monitorar sua reputação na rede

A ferramenta “Eu na web” visa ajudar os usuários a controlar as informações a seu respeito na busca Google.

A Google anunciou ontem o lançamento de uma nova ferramenta que irá permitir que os usuários gerenciem sua identidade na internet. De acordo com a empresa, a ferramenta irá ajudar o usuário a monitorar as identidades que cria e controlar quais informações são públicas nos resultados de busca.

A Eu na Web está disponível no Painel do Google, logo abaixo das informações da conta. O Blog Public Policy, da Google, explica que alguns usuários já utilizavam o Google Alertas para notificações sobre a citação de informações a seu respeito na rede. Entretanto, a publicação garante que, com o Eu na Web isso pode ficar ainda mais fácil.

O usuário pode definir alertas para quando seu email, nome qualquer outra informação for publicada na internet de uma maneira mais simples e rápida. A Google ainda ensina como o usuário pode manter sua reputação on line (goo.gl/nC3yg) e como pode remover conteúdos sobre si que acreditar serem pessoais, com informações sobre documentos, números de telefone ou mesmo “fotos comprometedoras” (goo.gl/mbiM8). É claro, porém, que a Google não pode tirar do ar os sites, eles apenas serão removidos dos resultados em seu buscador o que, convenhamos, já um grande passo.

Mesmo assim, a gigante das buscas ainda dá dicas de medidas que usuários podem tomar para resolver problemas deste tipo, por exemplo, como chegar até os responsáveis por uma publicação ou um site, e quais as medidas legais cabíveis para a remoção do conteúdo.

Links desta Matéria

Painel do Google

Blog Public Policy

Gerenciar sua reputação on-line

Como remover uma página ou um site dos resultados de pesquisa do Google

Tuesday, June 14, 2011

Saiba os perigos de exibir os filhos na internet

Basta ter uma câmera nas mãos que os pais filmam as imagens mais engraçadas de seus filhos e colocam na internet. Especialista fala sobre os perigos de se exibir na rede tudo o que seu filho faz. Veja alguns desses vídeos e a orientação de uma psicoterapeuta sobre o assunto.

Saturday, June 4, 2011

Hackers roubam dados dos usuários do Playstation

O segundo ataque de hackers ao sistema de vídeo-game se deu menos de 24 horas depois de restabelecido a rede de usuários da Europa e dos EUA. Os criminosos anunciaram que fizeram a invasão sem dificuldades e que os dados não estavam nem codificados.

Friday, June 3, 2011

FBI investiga tentativa de espionagem no Gmail

O FBI está a investigar o roubo de passwords e espionagem de emails do serviço de correio-electrónico da Google. A empresa divulgou na passada quarta-feira que estava a ser vítima de uma invasão de emails proveniente da China, escreve o «El País».

No dia seguinte, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou que o Departamento de Justiça começou uma investigação exaustiva, em colaboração com a Google, uma vez que algumas das vítimas dessa operação de espionagem são oficiais do governo norte-americano, soldados e activistas chineses defensores dos direitos humanos.

A operação de espionagem foi divulgada pela Google no seu blog na passada quarta-feira. Apesar de não ter acusado directamente o governo chinês, a empresa indicou que existiriam motivações políticas, tendo em conta os cargos das vítimas.

Pouco depois de ter sido noticiado o ataque, a Casa Branca disse que não acredita que nenhuma conta governamental tenha sido violada.

Clinton já pediu explicações a Pequim por um ataque anterior em que a China conseguiu infiltrar-se nas redes da Google e de outras empresas norte-americanas há cerca de ano e meio.

Desta vez, Pequim já reagiu. O Governo negou ter qualquer vínculo com o ataque e considera «inaceitável» que se tente relacioná-lo com as autoridades chinesas.


Como os hackers atacaram as contas de Gmail
O Gmail, o serviço de correio-electrónico da Google, foi vítima de um ataque originado na China e direcionado a altos funcionários dos governos norte-americano e sul-coreano, activistas defensores dos direitos humanos, militares e jornalistas, entre outros.

Os hackers focaram-se em roubar passwords dos usuários para espiar as suas conversas online. Para tal, usaram uma técnica conhecida como phishing. Quando infectam um computador com um vírus conseguem, na maioria dos casos, que este redirecione os domínios legítimos, como o gmail.com para outros falsos, como o google-mail.dyndns.org.

A página parece ser legítima para quem a utiliza. Mas quando o fazem, em vez de estarem a colocar a password no seu servidor, estão a entrega-la aos hackers.

Thursday, June 2, 2011

Cuidado com os "Dislike" (Não gosto), no FaceBook.


Se usas o facebook e te foi proposta a instalação de uma aplicação que te instala um botão “Dislike” (Não gosto), então muito cuidado. Este link que é instalado, não passa de um esquema que infecta todos os contactos do utilizador que activar esse botão.
 
O alerta é dado pela empresa de segurança Sophos , e caso sigam o link, podem ver um um alerta sobre toda esta situação.
 
Este esquema teve o seu pico de infecções no passado fim de semana, tendo desde então ficado algo dormente, mas a verdade é que estas situações são mesmo assim, e caso haja alguém com um grande número de amigos que resolva reactivar esta situação, poderemos estar perante uma nova vaga de infecções. Dado que nestas situações de segurança o alerta nunca é demais, refere-se aqui o cuidado que deverão tomar face a esta situação.
 
Opções de “Não gosto” e similares ou de acesso a informações sobre terceiros, nem que seja sobre quem consultou o nosso perfil, são as mais comuns nestas situações de quebras de segurança, daí que rejeitem tudo do genero que vos aparecer, tendo o cuidado de verificar se a origem da aplicação é segura.
 
 

Nunca metas os ovos todos no mesmo cesto, já dizia a minha avó. E muito menos as passwords.

A sabedoria popular já dizia: Nunca metas os ovos todos no mesmo cesto.

Era lógico! Deixar cair aquele cesto era perder a totalidade dos ovos, daí que meter em vários era maior garantia que pelo menos alguns escapariam.

Mas infelizmente há quem não pense assim e tenha aderido ao LastPass, um serviço online de gestão de passwords.

Este serviço, que recebeu referências abonatórias editoriais de diversas revistas de informática, propõem-se memorizar as passwords de todos os sites a que acedemos de forma a garantir que a futuramente não as necessitemos de memorizar. A única password que necessitaremos é a de acesso a este serviço.

Pois bem, este serviço está a requerer aos seus utilizadores que troquem as passwords mestras uma vez que foi detectada uma intrusão nos seus servidores, e assim, à semelhança da Sony, resolve agora melhorar a sua segurança interna.

Apesar de relativamente ao pedido de troca de password mestra, a empresa referir que: ”Percebemos que isto pode ser uma reacção exagerada e pedimos desculpa pelo incómodo que possa causar, mas preferimos ser paranóicos e ligeiramente inconvenientes, que nos arrependermos mais tarde“, o que foi detectado foi uma quantidade irregular de tráfego com origem nos seus servidores, e em quantidade tal que é grande o suficiente para incluir informações pessoais sobre os utilizadores.

Quer isto dizer que, apesar de a empresa não o reconhecer publicamente, existe a possibilidade de ter existido fuga de informações de passwords de pelo menos alguns utilizadores. Daí que se optaram pelo serviço e meteram as passwords todas no mesmo cesto e a fuga existiu, agora não se queixem. Afinal já os nossos antepassados, que nem computadores tinham, avisavam contra isso!

Saturday, May 28, 2011

Descubra se há um “carona” na sua rede Wi-Fi

Uma rede Wi-Fi desprotegida é um convite para que estranhos “peguem emprestado” um pouco de sua banda para acessar a internet. E eles podem pegar mais do que banda. Afinal, uma vez conectados à sua rede doméstica eles também terão acesso aos seus computadores, discos rígidos e impressoras compartilhados. Você deve se proteger.
Aumente a segurança
A primeira coisa que você deve fazer é se certificar de que ninguém consiga entrar em sua rede facilmente. Isso significa habilitar um protocolo de segurança, como o WPA ou melhor ainda, WPA-2. O procedimento muda de roteador para roteador, então o que posso lhe dizer é para consultar o manual. Geralmente o processo envolve digitar o endereço do roteador em uma janela de seu navegador para acessar uma interface de configuração via web.
Você vai precisar criar uma senha de acesso à rede, então escolha uma senha forte para evitar que seja descoberta facilmente. Não use seu nome ou o nome da rede como senha, e prefira misturas de números, letras maiúsculas e minúsculas. Mas lembre-se que você precisará digitar a nova senha em todos os computadores, smartphones, videogames e eletrônicos conectados da casa, o que pode ser um incômodo. Players de Blu-ray são especialmente problemáticos: os controles remotos são os piores dispositivos de entrada de senha que existem.
Encontre o penetra
Agora você já sabe como controlar quem tem acesso, mas ainda não respondemos à pergunta: como saber se há um hóspede indesejado na sua rede?
A resposta está, mais uma vez, na interface web de configuração de seu roteador. Em algum lugar dela, provavelmente em um menu chamado Wireless ou Status, você encontrará uma lista de todos os clientes wireless atualmente conectados. Você não conseguirá identificar quem é quem à primeira vista, mas verá quantos aparelhos fazem parte da rede. Com isso você já pode saber se tem alguém sobrando.
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A lista de clientes conectados mostra quantos aparelhos fazem parte da rede

Mas antes que você perceba que há mais aparelhos do que deveria e entre em pânico, pense bem sobre os aparelhos que você tem em casa. Enquanto escrevia este artigo, meu roteador me disse que haviam cinco clientes conectados, e eu só consegui identificar quatro. Então descobri que o iPhone da minha filha estava com o Wi-Fi ligado.
Você pode identificar os clientes conectados através de seu MAC Address, um identificador único designado a cada aparelho conectado a uma rede. Para descobrir o MAC Address de um PC com Windows, por exemplo, clique em Iniciar, digite cmd no campo de pesquisa e tecle Enter. Depois digite o comando ipconfig /all e tecle Enter novamente. O MAC Address é listado como “Endereço Físico”.
Em smartphones Android o caminho é Configurações, Conexões sem fio e rede, Configurações Wi-Fi. Aperte o botão Menu e clique em Avançado. O MAC Address é listado como “Endereço MAC”. Em um iPhone ou iPad o caminho é Ajustes, Geral, Sobre. O MAC Adress estará listado no campo chamado Wi-Fi.
Se você se preocupa com “caronas” passados, o programa de configuração do router deve ter uma função de log (registro) onde você pode consultar uma lista dos clientes antigos.
Ter à mão o MAC Address de seus dispositivos tem uma vantagem extra: a maioria dos roteadores Wi-Fi tem uma função para permitir o acesso à rede apenas aos clientes com endereços conhecidos, adicionado uma camada extra de segurança além da senha.

Como remover dados de redes sociais e "sumir" da Internet

A Internet tornou nosso mundo muito menor. E ela também fez as nossas histórias muito melhores – catalogadas e mais fáceis de serem encontradas. Mas isso, juntamente com o estranho fenômeno de que o bom senso de muitas pessoas costuma sumir quando o assunto é postar informações e imagens na web, nem sempre é bom . Há muita informação por aí sobre como melhorar sua reputação ou proteger sua privacidade online. Mas e como você faz para "desaparecer" da web?
O ex-CEO da Google, Eric Schmidt, pensa que você talvez queira fazer isso. Em uma entrevista de 2010 para o Wall Street Journal, ele disse: “Não acredito que a sociedade entenda o que acontece quando tudo está disponível, conhecido e registrado para todo mundo ao mesmo tempo.” Ele então sugeriu que eventualmente as pessoas podem ser levadas a mudar seus nomes para fugir de suas histórias embaraçosas (e bem documentadas) da Internet.
Em vez de colocá-lo em um "programa de proteção à testemunha" – ou mudar o seu nome – vamos mostrar cinco passos para quem está disposto a sumir da Internet.
Passo 1: Conheça seu inimigoAntes de fazer qualquer coisa, você precisa saber do que está querendo se livrar. Por isso, primeiro faça uma busca pelo seu nome. Mas não apenas no Google. Utilize também sites agregadores de buscas por pessoas, como ZabaSearch, Intelius, Pipl e Spokeo.
Passo 2: Fique fora da redeAo navegar use um pseudônimo - Se não quer usar seu nome real para ficar “pregado” em toda a rede, use um nome de tela, apelido ou algum outro pseudônimo do tipo para conduzir seu “negócio” na Internet. E não esqueça de criar um e-mail especial para ele.
Monitore seus amigos - Infelizmente, não é mais só com você. Convença seus amigos, familiares e outros a não postarem informações ou fotos suas na rede sem antes receber sua autorização explícita para isso. Isso deve ser fácil de fazer – certamente mais fácil do que monitorar pessoas que não seus amigos, por exemplo.
Não seja estúpido - Se você nunca ficou bêbado a ponto de cair em público, nunca será a estrela de uma foto comprometedora no Facebook de alguém. Pense sobre isso.
Passo 3: Remova o que conseguirVocê está pronto para “chutar o balde” e destruir suas contas em redes sociais? Por um lado, você não estará mais em “contato” com aquele cara que conheceu em uma viagem para a China quando tinha 16 anos. Mas, por outro lado, provavelmente vai almoçar com seu melhor amigo do colegial que mora na mesma cidade que você, em vez de apenas postar algo sobre almoço no mural de alguém no Facebook. Vamos ver como sair de alguns dos sites e serviços sociais mais populares atualmente.
Como sair do Facebook: Faça o login, vá até Conta, Configurações da Conta. Na parte inferior da primeira tela (Configurações) há um link para “Desativar Conta”. Sim, o Facebook te faz “desativar” uma conta antes de apagá-la. Clique no link e verá uma tela cheia de fotos dos seus “amigos” e mensagens de como sentirão a sua falta. Escolha uma razão para sua saída e certifique-se de marcar a opção para não receber futuros e-mails da rede social (senão poderá receber mensagens tentando te convencer a voltar para o site).

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Apague o que puder manualmente em outros perfis antes de deletar sua conta em redes como o Facebook

Agora basta deixar sua conta “desativada” e não fazer login por duas semanas. Depois desse período, ela será deletada.
Como sair do Twitter: Faça login, vá até Configurações, Conta. Na parte interior da página há um link que diz “Desativar minha conta”. Clique nele e será direcionado para uma tela de verificação. Confirme o processo e sua conta no microblog será imediatamente desativada e apagada.
Como sair do LinkedIn: Faça login, vá até Configurações, Conta, Fechar sua Conta. Você será levado para uma tela de verificação, em que o LinkedIn irá te perguntar a razão para sair do site. Escolha uma e então clique em Continua para apagar a conta.
O processo é parecido para outros sites como Orkut e MySpace. Apesar de esses serviços de redes sociais serem bons para deletar as contas e informações associadas, é uma boa ideia se prevenir e manualmente apagar o máximo de postagens, fotos e mensagens internas que puder antes de sair. Se não quiser fazer isso, dê uma verificada no Suicide Machine, um site “suicida” que irá fazer o processo para você.
Passo 4: Limpe sua reputaçãoVocê provavelmente já ouviu falar de empresas de “proteção à reputação” – como a Reputation.com e RemoveYourName – que alegam conseguir reabilitar sua nome online. E se elas podem fazer isso, você também.
Esse tipo de empresa usa duas táticas principais para melhorar reputação de seus clientes: pedem aos sites para retirarem informações incriminatórias sobre um cliente, usando a lei e/ou grandes quantias de dinheiro se necessário; e retiram conteúdo “ruim” em resultados de buscas ao subir conteúdo “bom”. O último não é relevante para esta reportagem, já que estamos falando de retirar conteúdo da web, não colocar mais. Porém , o primeiro método é essencial.
A boa notícia é que você pode fazer isso sozinho. E a ruim é que exige muito tempo e determinação.
Pedir a sites para retirarem informações sobre você é tão fácil quanto parece: apenas comece a enviar e-mails para webmasters pedindo que os dados sejam retirados. Mas esteja preparado para encontrar muita resistência. Muitos deles não possuem o tempo ou inclinação necessária para isso. Além disso, você provavelmente não vai chegar a lugar algum com ferramentas de buscas (incluindo ferramentas de buscas por pessoas, como o Pipl) porque eles são agregadores e não bases de dados.
Se algum site se recusar a cooperar, você pode acionar a justiça ou oferecer dinheiro a eles. O Google vai remover resultados de buscas se você convencê-los de que o site está infringindo sua propriedade intelectual (como já aconteceu em outros casos). Outra possibilidade é oferecer “acordos” aos sites para remover o conteúdo. Infelizmente, ambas as opções exigem dinheiro e normalmente se saem melhor quando deixadas nas mãos de negociadores profissionais e advogados.

Antivírus falso para Mac evolui e dispensa uso de senha por vítima


Software antivírus para Mac detecta pragas que não existem para assustar o usuário (Foto: Reprodução)
Software antivírus para Mac detecta pragas que não
existem para assustar usuário (Foto: Reprodução
)
 
 
Novas versões do antivírus falso para Mac OS X não solicitam ao usuário o preenchimento da senha de administração do computador para completar sua instalação, segundo a fabricante de antivírus Sophos. Eles conseguem isso graças ao uso exclusivo de pastas nas quais o usuário já tem permissões de escrita – uma técnica idêntica à utilizada por vírus de Windows para evitar avisos do Controle de Contas de Usuário (UAC).
Exatamente como no Windows, a praga tem menos capacidade para danos sem os direitos administrativos. No entanto, devido à simplicidade dos vírus para Mac em existência, a instalação com direitos limitados não mudou em nada as atividades do código malicioso.
Usuários de Mac OS X, que por muito tempo ficaram livres de pragas virtuais, estão sendo atacados por antivírus falsos que exibem alertas na tela afirmando que o computador estaria infectado. Para resolver o problema, o “antivírus” recomenda que o usuário compre o produto de segurança. A praga é disseminada por programadores de vírus que envenenam resultados de pesquisas populares, principalmente de imagens, em mecanismos de busca.
Embora a Apple tenha inicialmente negado suporte aos usuários infectados, a empresa publicou um artigo em sua base de conhecimento explicando como remover o vírus e ainda prometeu uma atualização que “ajudará a proteger os usuários

Friday, May 20, 2011

Jornalista é preso após usar foto encontrada no Facebook para ilustrar matéria

O jornalista australiano Ben Grubb foi preso após usar uma foto privada do Facebook em uma matéria no jornal Sydney Morning Herald na última quarta-feira (18/05). Ben escrevia sobre uma falha de segurança da rede social relatada por um perito em segurança, que acabou demonstrando a falha hackeando o perfil da pessoa errada: a mulher em questão era esposa de um famoso hacker da empresa de segurança Pure Hacking.

Dois policiais interrogaram Ben por meia hora e, em seguida, o prenderam por obtenção ilegal de propriedade privada. Os policiais também apreenderam o tablet no qual o jornalista redigia sobre o assunto. Tudo porque Ben, que reportava sobre a criminalidade no Facebook, utilizou a foto privada da esposa do hacker para ilustrar a matéria.

“A verdade é que, agora, o ambiente online é uma extensão da vida real. Se nós entrarmos neste ambiente, temos que ter responsabilidade e nos comportarmos de maneira correta”, explicou o detetive Brian Hay, ao SMH.

Ben, no entanto, não concorda com a atitude dos policiais: “É ridículo ver que eu, o ‘mensageiro’ que relatou sobre a polícia tornar essa questão judicial (roubo de propriedade privada no Facebook), me transformei no próprio alvo disso”, explicou o repórter ao jornal australiano. “Eu acreditava que, como jornalista, teria proteção. Mas parece que não. Perder um dispositivo que contém informações não só restritas, como também de trabalho, é alarmante para um jornalista”, concluiu Ben, que já está em liberdade, mas continua com seu tablet confiscado.

Falsos botões 'Dislike' voltam a invadir o Facebook

Uma nova onda de botões falsos de "Dislike", ou "Não curtir" no Facebook voltou. Segundo o site Digital Life, em 2010 houve um boom de links maliciosos espalhados pela rede que prometiam o acesso ao botão de repúdio.

De acordo com o site, os usuários não aprenderam a lição no passado e voltaram a se infectar ao seguir as instruções do spam: "Habilite o seu botão 'Dislike' e passe a usar a ferramenta". Com a volta dos falsos botões, o Facebook disse que está trabalhando com os principais navegadores da web para corrigir as brechas de segurança que permitem que aplicativos maliciosos invadam a rede. Na semana passada, o Facebook lançou atualizações de segurança para ajudar a limpar o spam que ficou famoso nos Estados Unidos por Nicole Santos.

Para o Digital Life, o Facebook nunca irá oferecer a possibilidade dos usuários repudiarem algo mesmo que haja milhares de pedidos dos usuários. O botão de "Dislike", segundo o site, não combina com a filosofia do Facebook e se a massa da internet passar a "não curtir" certos comentários, pode haver uma discórdia entre os usuários.

Facebook coleta informações através do botão 'Like', mesmo sem o usuário clicar

O Facebook está coletando os dados de seus usuários a partir do botão "Like", presente em vários sites pela internet. O jornal americano The Wall Streel Journal afirma que, se o usuário da rede social estiver logado em sua conta e acessar qualquer site que apresente o botão, o Facebook recolherá informações da navegação, mesmo que ele não tenha clicado no botão "Like".

O CTO do Facebook, Bret Taylor, não nega a captura dos dados e explicou ao WSJ que, apesar de tê-los em arquivo, não os utiliza para rastreamento do usuário. Além disso, garante que as informações são excluídas a cada 90 dias. A Google também guarda esse tipo de informações e já foi bastante criticada por essa atitude, mas, no caso da gigante das buscas, os dados são armazenados por apenas duas semanas.

Mas por que o Facebook armazenaria tais informações? O executivo da rede social afirma, ainda, que esses dados são utilizados apenas para otimizar a exibição de anúncios para os usuários, quando você compartilha um link com os seus amigos. Eles querem, também, entender a eficiência do botão "Like" e o quanto ele está ajudando os sites a atrair mais tráfego.

O botão "Like" do Facebook é uma ferramenta de compartilhamento de informações de outros sites dentro da rede social. Clicando no botão "Like" você passa a dividir o link do conteúdo de um site com os seus amigos dentro da rede social, através das atualizações de seu perfil.