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Wednesday, July 14, 2010

Vida na Terra vai extinguir-se dentro de 16 milhões de anos. Será? Com estas políticas iremos longe?


A vida na Terra é eliminada a cada 27 milhões de anos e nós temos cerca de 16 milhões até à próxima extinção, de acordo com os cientistas, informa o «Daily Mail».
A investigação acerca dos «eventos de extinção», nos últimos 500 milhões de anos, provou que eles surgem com regularidade metronómica.
Os cientistas da Universidade do Kansas e de um instituto em Washington têm 99 por cento de certeza que ocorrem extinções a casa 27 milhões de anos.
Em 1980, os investigadores acreditavam que as extinções podem ter sido resultado de um distante gémeo obscuro do Sol, chamado Nemesis, que lançou uma chuva de cometas na direcção do nosso planeta. No entanto, actualmente essa teoria foi refutada, pois ao longo do tempo a órbita do Nemesis mudou.
A última extinção, ocorrida há 11 milhões de anos, acabou com dez por cento dos habitantes da Terra. Temos 16 milhões de anos até acontecer a próxima, apesar de ocasionalmente poder acontecer dez milhões de anos mais cedo.

Friday, July 9, 2010

S.O.S. Tâmega!: Ajuda com sentido à solidariedade com o Tâmega

Dando sentido e expressão à solidariedade com o Tâmega, aprofundada depois de 2007 na luta contra o aziago da anunciada implosão líquida da bacia em cascata de águas mortas, e tendo em conta a fase decisiva em que nos encontramos para o impedir - se queremos travar a chacina do vale e do seu património natural e edificado, a perda de território e da segurança das populações ribeirinhas onde Amarante-cidade é o caso mais flagrante -
é tempo de mobilização dos cidadãos em todos os concelhos e freguesias do Tâmega!

AJUDA A SALVAR O TÂMEGA!
No próximo dia 16 de Julho de 2010 (sexta-feira) pelas 20H00, a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Associação Cívica Pró-Tâmega vão realizar o Jantar «SALVAR O TÂMEGA!», a ter lugar no Salão de Banquetes do edifício TOP, na cidade de Amarante.
Este evento tem por objectivos dar conhecimento das iniciativas cívicas levadas a efeito com vista a 'salvar o Tâmega' e à angariação de fundos para interposição de um recurso judicial a materializar numa Acção Popular, para efeito de impugnação da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem de Fridão.

Para efeito de marcação de presença neste encontro, os contactos preferenciais disponíveis são:

Pró-Tâmega - (Amarante) eng.º Luís van Zeller (914791651);
Quercus - (Vila Real) eng.º João Branco (964534761 927329387) / (Porto) eng.º Ricardo Marques (939992185).
A Barragem de Fridão (EDP) e a «cascata» no rio Tâmega (Iberdrola) - funesta reedição dos planos hidroeléctricos do Estado Novo (anos de 1950) - são a maior ameaça ao desenvolvimento sustentável da região nas vertentes ambiental, social, económica e à segurança da cidade de Amarante.

Envolver todo o Tâmega neste processo, em que a cidadania esteve sempre à frente na razão, na orientação de rumo, no tempo e na acção, reforçará a unidade das nossas populações naquilo que na região mais se configura estar ausente: liderança política e assertividade representativa, em defesa da vida e do património transgeracional que é de todos e de sempre.

José Emanuel Queirós - 8 de Julho de 2010
Movimento Cidadania para o Desenvolvimento no Tâmega (Amarante)

Thursday, July 1, 2010

Barragens não cumprem lei da água


A Quercus afirmou esta quinta-feira que a decisão «favorável condicionada» à construção de barragens do Alto Tâmega «não cumpre integralmente a Directiva Quadro da Água e não protege eficazmente» espécies como o lobo ibérico, escreve a Lusa.
Tâmega: previstos planos de monitorização dos lobos e mexilhões
Em comunicado, a Quercus «lamenta» a emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) «favorável condicionada» à construção de três barragens do Alto Tâmega, designadamente o Alto Tâmega, em Vidago, e Daivões (ambas no rio Tâmega), e Gouvães (afluente), que foi emitida pelo Ministério do Ambiente.
Os ambientalistas criticam também a forma «que parece pouco clara» como o governo decidiu «alterar» as cotas mínimas em estudo no EIA.
«Foram estranhamente alteradas para cotas mais altas relativamente ao previsto no Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico», sustenta a Quercus.
Os ambientalistas consideram que «o Estado português, prevendo já um EIA com conclusões negativas nas vertentes ambiental e socioeconómica, subiu, sem explicação válida, essas mesmas cotas em valores consideráveis para depois, em sede de DIA, aprovar estas cotas mínimas aumentadas».
Os ambientalistas reiteram ainda que «os grandes empreendimentos hidro-elétricos, ao mudarem radicalmente a configuração do meio natural onde se inserem, afetam gravemente, de forma permanente e irreversível, a biodiversidade e a qualidade das águas ribeirinhas do país».

Thursday, June 24, 2010

CORRECÇÃO: DIRECÇÃO QUERCUS: Ministério do Ambiente chumba uma das quatro barragens do Alto Tâmega

Gostaria de deixar a seguinte nota informativa:

PRIMEIRO:


Olá

Relativamente ao envio abaixo gostava de fazer a seguinte correcção. Quem se mostrou agastado pela barragem de Padroselos não ir para a frente foi o Pres. Cam. de Boticas. Segundo ele era a que tinha menos impactos e que permitia desenvolver o turismo na região.

Saudações a todos

Sérgio Madeira

SEGUNDO:

Olá

Antes de mais, a notícia na TVI foi algo do tipo

Entrada
"Mexilhão consegue parar uma das barragens da Iberdrola"
Seguintes
"Ministério do ambiente já confirmou. As outras barragens têm também elevadas condicionantes ambientais e só será permitida a construção à cota mínima".


Eu vi a intervenção do João Branco na TVI. Após a intervenção do Presidente de Câmara, acho que de Mondim de Basto, que se mostrou com pena que a barragem não vá ser construída, mas aceita foi questionado o João Branco. Contrariamente às expectativas do jornalista não falou no mexilhão, mas no que interessa, ou seja disse que:
"Já há muito tempo que se sabia que Padroselos não ia p'ra frente e isto foi só um pro-forma"
"Aliás as cotas mínimas de outras barragens foram subidas para compensar a falta desta".
"O estado português escondeu o relatório ARCADIS da AR e dos avaliadores onde são apontados efeitos muito graves para a erosão costeira"

resumindo, assim é que é falar.

Saudações a todos

Sérgio

Tuesday, June 22, 2010

Alto Tâmega: produção hidroeléctrica não está ameaçada


O Ministério do Ambiente emitiu a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) «favorável condicionada» às três barragens da Cascata do Alto Tâmega, impondo a construção dos empreendimentos às cotas mais baixas, segundo fonte do Ministério.
A DIA emitida segunda-feira impõe as cotas mais baixas definidas no Estudo de Impacte Ambiental (EIA) das barragens do Alto Tâmega, em Vidago, Daivões (ambas no rio Tâmega), e Gouvães (afluente).
Mexilhão trava barragem do Alto Tâmega
Fonte do Ministério do Ambiente disse à Lusa que, «mediante medidas de reforço, a produção hidroeléctrica inicialmente prevista para o conjunto das quatro barragens mantém-se com a construção de apenas três».
Esta decisão da tutela «protege os valores ambientais sem colocar em causa a produção hidroeléctrica prevista».
O empreendimento deverá ter um total de 1135 megawatts (MW) de potência e uma produção eléctrica anual de 1900 gigawatts/hora (GWh), equivalente ao consumo de um milhão de pessoas, e representa um investimento de 1700 milhões de euros.
A dúvida, que só a DIA poderá tirar (o documento ainda não é público), é se a barragem de Gouvães aumenta de cota ou não, tal como estava previsto na solução apontada em sede de EIA que já apontava para o chumbo de Padroselos.
A cota mínima para a barragem do Alto Tâmega foi o que sempre defendeu o presidente da Câmara de Chaves, João Batista, que reagiu com «satisfação» à decisão do Ministério. «Esta é a cota que menos impactes provoca no município e a que nós, autarcas e populações, sempre defendemos», afirmou à Lusa.
A barragem do Alto Tâmega será construída à cota 315, o que provocará uma albufeira de 468,4 hectares.